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	<title>Ambrosia.com.br &#187; Autores Convidados</title>
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	<description>Cinema, Quadrinhos, Animês, Literura, Séries, RPG, Música, Televisão e mais...</description>
	<pubDate>Wed, 07 Jan 2009 20:16:36 +0000</pubDate>
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		<title>As novidades das séries em 2009 [Parte 2]</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Jan 2009 04:43:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Autores Convidados</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Continuando com o artigo sobre os lançamentos e regressos de 2009, escrito pelo autor convidado Rafael &#8220;Pantera&#8221; Villanova.
9 de janeiro (sexta -feira)
Monk  retorna com o 10º episódio da sétima temporada. A série que varia entre comédia e drama, se foca no brilhante detetive Adrian Monk, que depois da morte de sua mulher (numa explosão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Continuando com o <a href="http://www.ambrosia.com.br/2008/12/23/as-novidades-das-series-em-2009-parte-1/" target="_blank">artigo sobre os lançamentos e regressos de 2009</a>, escrito pelo autor convidado <strong>Rafael &#8220;Pantera&#8221; Villanova</strong>.</p>
<h3 style="text-align: justify;">9 de janeiro (sexta -feira)</h3>
<p style="text-align: justify;"><strong>Monk </strong> retorna com o 10º episódio da sétima temporada. A série que varia entre comédia e drama, se foca no brilhante detetive Adrian Monk, que depois da morte de sua mulher (numa explosão de carro) teve um colapso nervoso, o que interferiu no seu trabalho e culminou com seu afastamento. Monk passa três anos sem sair de casa, enquanto recebe tratamento da enfermeira Sharona Fleming. Ele melhora, vira consultor da polícia, e usa sua capacidade de observação (ou obsessão, o que você preferir) para perceber detalhes que não foram visto antes e resolver os casos. Eu vi alguns episódios da série, e me divertiu. É uma série bastante premiada, e que vale pela curiosidade.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.ambrosia.com.br/wp-content/uploads/2009/01/psych-227x230.jpg" rel="shadowbox[post-18982];player=img;" target="_blank"><img class="alignright size-medium wp-image-18991" style="margin: 3px;" title="psych" src="http://www.ambrosia.com.br/wp-content/uploads/2009/01/psych-227x230.jpg" alt="psych-227x230 As novidades das séries em 2009 [Parte 2]" width="149" height="150" /></a><strong>Psych</strong> trata sobre Shawn Spencer, que devido a sua capacidade de observação faz uma denuncia depois de assistir um crime no noticiário, para ajudar a resolver o caso. Só que a polícia acha que o conhecimento que ele tem o torna suspeito do crime, e para não ser preso, ele finge ser vidente. O que convence todos da polícia de Santa Bárbara, que o contrata como consultor. Para quem tiver interesse em assistir, Psych está voltando em seu 10º episódio da terceira temporada.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Flashpoint</strong> estréia a sua segunda temporada. A série é sobre um grupo de elite, que atua sempre em situações de risco, como desarmar bombas e situações com reféns. Como a série foge do comum se tratando de séries policias (CSI´s e afins), a audiência americana simpatizou com ela.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>The Game</strong> para  volta em seu 10º episódio da terceira temporada. A série que é um spin-off de Girlfriends, trata sobre a vida de um grupo de mulheres onde todas tem relações com jogadores de futebol americano.  Já teve cinco nomeações à prêmios (Image Award e Teen Choice Award), mas não ganhou nenhum deles. A audiência vem diminuindo ao longo das temporadas, e eu sinceramente não sei como essa série está na terceira temporada.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Ghost Whisperer</strong> é uma série que acompanha a vida de Melissa Gordon (Jennifer Love Hewitt), que tem a habilidade de conversar com os espíritos. A série que já foi nomeada duas vezes ao Emmy, além de ter ganhado outros prêmios menores, vem mantendo uma boa e constante audiência. Para quem estiver interessado, o próximo episódio será o 11º da quarta temporada.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h3 style="text-align: justify;">10 de janeiro (sábado)</h3>
<p style="text-align: justify;"><strong><a href="http://www.ambrosia.com.br/wp-content/uploads/2009/01/legendoftheseeker-189x230.jpg" rel="shadowbox[post-18982];player=img;" target="_blank"><img class="size-medium wp-image-18994 alignleft" style="margin: 3px 5px;" title="legendoftheseeker" src="http://www.ambrosia.com.br/wp-content/uploads/2009/01/legendoftheseeker-189x230.jpg" alt="legendoftheseeker-189x230 As novidades das séries em 2009 [Parte 2]" width="189" height="230" /></a>The Legend of the Seeker</strong> é uma séries que eu estou acompanhando. Do mesmo criador de Xena e Hércules, e baseada nos livros de Terry Goodkind, Sword of Thruth, que trata da história de Richard Cypher (Craig Horner), um jovem lenhador que vivia na pacata Hartland, até descobrir que ele é o Seeker, um herói destinado a combater o mal, além de ter sido profetizado que ele venceria Darken Hall, o vilão da série. Junto do mago Zeddicus Zu’l Zorander (Bruce Spence), e da confessora Kahlan Amnell (Bridget Regan) eles partem numa jornada para vencer o mal. Meio clichê né? Sim, mas me diverte. Para quem tiver curiosidade de assistir a série, ela retorna em seu 8º episódio da primeira temporada.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h3 style="text-align: justify;">11 de Janeiro (Domingo)</h3>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.ambrosia.com.br/wp-content/uploads/2009/01/24-horas-201x230.jpg" rel="shadowbox[post-18982];player=img;" target="_blank"><img class="size-medium wp-image-18985 alignright" style="margin: 5px;" title="24-horas" src="http://www.ambrosia.com.br/wp-content/uploads/2009/01/24-horas-201x230.jpg" alt="24-horas-201x230 As novidades das séries em 2009 [Parte 2]" width="208" height="240" /></a><strong>24 Horas</strong> da sétima temporada de 24 horas.  está de volta em sua sétima temporada. A série que já foi indicada a 57 Emmy Awards em suas seis primeiras temporadas chega agora com algumas mudanças, depois das críticas recebidas na sexta temporada. Primeiro que as aventuras de Jack Bauer não serão mas ambientas em Los Angeles. Segundo, Jack não contará com o apoio do CTU, que será desmantelado pelo governo no começo da sétima temporada. Teremos também Bauer sendo interrogado por um comitê do senado em Washington, que quer saber sobre as ações tomadas em temporadas passadas. A premier da série terá sua primeira parte exibida no dia 11 e a segunda no dia 12. Para quem estiver interessado, <a href="http://tv.ign.com/dor/objects/824059/24/videos/24_trailer_its_time_121208.html" target="_blank">o link</a> para o trailer da sétima temporada de 24 horas.<a href="http://tv.ign.com/dor/objects/824059/24/videos/24_trailer_its_time_121208.html" target="_blank"><br />
</a><a href="http://tv.ign.com/dor/objects/824059/24/videos/24_trailer_its_time_121208.html" target="_blank"></a></p>
<h3 style="text-align: justify;">12 de Janeiro (segunda-feira)</h3>
<p style="text-align: justify;"><strong>Kyle XY</strong> é uma série dramática que conta a história de Kyle, que acorda na floresta nos arredores de Seattle, sem nenhuma memória, mesmo das coisas mais simples como comer ou beber. Ah, e ele não tem umbigo.  No quesito audiência a série vai bem, e agora está estreando a sua terceira temporada.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><a href="http://www.ambrosia.com.br/wp-content/uploads/2009/01/bigbangtheory-230x208.jpg" rel="shadowbox[post-18982];player=img;" target="_blank"><img class="size-medium wp-image-18986 alignleft" style="margin: 5px;" title="bigbangtheory" src="http://www.ambrosia.com.br/wp-content/uploads/2009/01/bigbangtheory-230x208.jpg" alt="bigbangtheory-230x208 As novidades das séries em 2009 [Parte 2]" width="242" height="218" /></a>The Big Bang Theory</strong> interagindo com vizinha  retorna com seu 12º episódio da segunda temporada. No começo eu tive preconceitos com a série por causa da premissa nerds e uma gostosa e burra. Mas ao longo da série você vê uma grande quantidade de referência ao mundo nerds, desde filmes antigos, camisas com a molécula da cafeína e discussões sobre o vôo do Superman, que são muito bem aproveitadas. A segunda temporada tem se mostrado melhor que a primeira, o que faz da série uma das melhores comédias da temporada. Altamente recomendado.</p>
<h3 style="text-align: justify;">15 de janeiro (quinta-feira)</h3>
<p style="text-align: justify;"><strong>Smalville</strong> retorna com o 11º da oitava temporada. A série que trata sobre o jovem Clark Kent, teve uma estréia excelente em 2001, mas foi bastante criticada em sua primeira temporada por sua estrutura de vilão da semana (quase como Scooby-doo, só que em vez de máscaras e tintas, era alguém afetado por meteorito). Ao longo das temporadas, os produtores foram criando uma estrutura diferente, com arcos de três ou quatro episódios. Além disso, teve também o aumento de aparições de outros personagens famosos, tais como Arqueiro Verde e Aquaman. Na sexta temporada (que foi a que assisti inteira) tem uma prévia de Liga da Justiça (Arqueiro Verde, Impulso, Cyborg e Aquaman trabalhando junto com Clark).  Enfim, se tratando de audiência, a série vem perdendo a cada temporada. Se na primeira houve uma média de 5,9 milhões de espectadores, na sétima temporada esse número caiu para 3,7 milhões.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.ambrosia.com.br/wp-content/uploads/2009/01/smallville-230x119.jpg" rel="shadowbox[post-18982];player=img;" target="_blank"><img class="size-medium wp-image-18997 aligncenter" title="smallville" src="http://www.ambrosia.com.br/wp-content/uploads/2009/01/smallville-230x119.jpg" alt="smallville-230x119 As novidades das séries em 2009 [Parte 2]" width="230" height="119" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Supernatural</strong> é uma série de terror que acompanha Dean e Sam Winchester, que viajam o país investigando e combatendo criaturas sobrenaturais, saídas diretamente dos folclores e lendas urbanas.  A série vem mantendo índices de audiência medianos, e retorna com seu 11º da quarta temporada.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Bones </strong>volta em seu 12º episódio da quarta temporada. A série policial se foca na personagem Dr. Temperance &#8220;Bones&#8221; Brenna, uma antropóloga forense que trabalha no renomado Jeffersonian Institute em Washington. A série vem mantendo um alto nível de audiência, com uma média de 9,3 milhões de telespectadores.<br />
<strong><br />
The Beast</strong> é a nova série da A&amp;E que trata sobre Charles Barker (Patrick Swayze), um não ortodoxo porém efetivo veterano do FBI, que escolhe um recruta chamado  Ellis Dove (Travis Fimmel). Ele o treina em missões secretas, manipulando a situação para testar seu aprendiz. Enfim, devo ver pelo menos o piloto.</p>
<h3 style="text-align: justify;">16 de janeiro (sexta-feira)</h3>
<p style="text-align: justify;"><strong>Battlestar Galactica</strong> retorna em seu 11º episódio da quarta temporada. A série que já foi citada pela Time Magazine  como uma das cem melhores séries de todos os tempos e que venceu 3 Emmy Awards, além de várias outras nomeações, tem seguidores fiéis e possui uma mitologia vasta, com filmes, spin-offs, websódios e afins. Para quem gosta de ficção científica, é uma excelente série.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.ambrosia.com.br/wp-content/uploads/2009/01/battlestar-galactica-230x143.jpg" rel="shadowbox[post-18982];player=img;" target="_blank"><img class="size-medium wp-image-18987 aligncenter" title="battlestar-galactica" src="http://www.ambrosia.com.br/wp-content/uploads/2009/01/battlestar-galactica-230x143.jpg" alt="battlestar-galactica-230x143 As novidades das séries em 2009 [Parte 2]" width="230" height="143" /></a></p>
<h3 style="text-align: justify;">18 de janeiro (domingo)</h3>
<p style="text-align: justify;"><strong>The L Word</strong> estréia a sua sexta e última temporada. A série centra-se nas vidas e relacionamentos de uma série de mulheres lésbicas e bissexuais que vivem no bairro de West Hollywood, em Los Angeles.  Para os fãs da série vale comentar que a Showtime anunciou um spin-off da série, que terá como protagonista a personagem Alice Pieszecki (Leisha Hailey).</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.ambrosia.com.br/wp-content/uploads/2009/01/l-word-230x172.jpg" rel="shadowbox[post-18982];player=img;" target="_blank"><img class="size-medium wp-image-18988 aligncenter" title="l-word" src="http://www.ambrosia.com.br/wp-content/uploads/2009/01/l-word-230x172.jpg" alt="l-word-230x172 As novidades das séries em 2009 [Parte 2]" width="230" height="172" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Flight of The Conchords </strong>é uma série que acompanha o dia a dia de dois músicos, Jemaine and Bret (Jemaine Clement e Bret McKenzi, que interpretam eles mesmos), que saem da Nova Zelândia para tentar fazer sucesso em Nova York.  A série que já foi indicada a quatro Emmy Awards retorna com a sua segunda temporada.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>United States of Tara </strong>é a nova série da Showtime Network, criada por Steven Spielberg e desenvolvida pelo premiado roteirista de Juno Diablo Cody (pseudônimo de Brook Busey). O programa segue a vida de Tara, uma dona de casa com múltipla personalidades, dentre as quais temos Tara (a dona de casa que ama a sua família mas que se sente culpada pelas situações bizarras onde coloca a sua família), Alice (a dona de casa perfeita, que acredita nas tradições e nos bons costumes), Buck (a versão masculina de Tara, que gosta de cerveja e motocicletas) e T. (a selvagem adolescente que gosta de roubar drogarias). Como a premissa é curiosa, eu devo assistir alguns episódios para ver se é divertida.</p>
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		<title>As novidades das séries em 2009 [Parte 1]</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Dec 2008 23:33:44 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[[O autor convidado deste artigo é o viciado em séries Rafael "Pantera" Villanova]
Depois do recesso de ano novo, as séries voltam ao seu ritmo normal na TV americana. Segue uma lista com que volta e o que surge de novo.
2 de janeiro (sexta -feira)
•	Lipstick Jungle retorna com o 12º episódio da segunda  temporada.  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><strong>[O autor convidado deste artigo é o viciado em séries Rafael "Pantera" Villanova]</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Depois do recesso de ano novo, as séries voltam ao seu ritmo normal na TV americana. Segue uma lista com que volta e o que surge de novo.</p>
<h3>2 de janeiro (sexta -feira)</h3>
<p style="text-align: justify;">•	<strong>Lipstick Jungle</strong> retorna com o 12º episódio da segunda  temporada.  Como a audiência anda baixa, a série pode ser cancelada. A série se concentra na história de três amigas de sucesso e nos altos e baixos da suas vidas. Legal, né?</p>
<h3>4 de janeiro (domingo)</h3>
<p style="text-align: justify;">•	<strong>Desperate Housewifes</strong> volta com o 11º episódio da quinta temporada.  A primeira temporada apresentou as quatro personagens principais, e o mistério do suicídio da vizinha delas Mary Alice Young. Na segunda temporada, as donas de casa já sabem por que a vizinha se suicidou e continuam vivendo a vida delas, até a chegada de uma família que se mudou a noite para a vizinhança de Wisteria Lane. Na terceira temporada se concentra no mistério envolvendo o novo interesse romântico de Bree. A quarta temporada uma antiga conhecida volta a cidade, e com isso, adivinhem só, mais mistérios (mistério na verdade é um eufemismo para motivos para xeretar a vida dos outros). E na quinta temporada a série avançou cinco anos no futuro.  Tem gente que gosta série, mas eu não recomendo.</p>
<h3>5 de janeiro (segunda-feira)</h3>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-17976" title="one-tree-hill" src="http://www.ambrosia.com.br/wp-content/uploads/2008/12/one-tree-hill-230x184.jpg" alt="one-tree-hill-230x184 As novidades das séries em 2009 [Parte 1]" width="230" height="184" /></p>
<p style="text-align: justify;">•	<strong>One Tree Hill</strong> volta com seu 13º episódio da sexta temporada.  A série teve uma queda de audiência na 3ª temporada, com a mudança de seu dia de exibição. Na 5ª temporada, os autores apostaram num avanço de quase cinco anos no tempo , visando uma mudança na ambientação, criando conflitos mais adultos, em vez dos dramas colegiais, o que melhorou um pouco a audiência.</p>
<p style="text-align: justify;">•	<strong>The Secret Life of the American Teenager</strong> volta depois de um recesso de três meses com seu 12º episódio. A série que estreou em 1° julho de 2008 é mais um drama teen, onde a protagonista, uma jovem de quinze anos fica grávida quando trai o namorado. Apesar de algumas críticas citarem a série como uma versão ruim e em slow-motion do filme Juno, a série vem alcançando altos índices de audiência (comparando com as outras séries da ABC family).</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignright size-medium wp-image-17977" style="margin-left: 5px; margin-right: 5px;" title="gossip_girl" src="http://www.ambrosia.com.br/wp-content/uploads/2008/12/gossip_girl-192x230.jpg" alt="gossip_girl-192x230 As novidades das séries em 2009 [Parte 1]" width="192" height="230" /></p>
<p style="text-align: justify;">•	<strong>Gossip Girl </strong>é uma série baseada na popular seqüência de livros de mesmo nome.  Os acontecimentos do programa são narrados por uma anônima (voz de Kristen Bell). A série foi bastante comentada quando estreou, mas não teve tanta audiência. Nessa segunda temporada tem registrado índices melhores que na primeira, mas continua longe de monstros de audiência como House e Lost.  Volta em seu 14º episódio da segunda temporada.</p>
<h3>6 de janeiro (terça-feira)</h3>
<p style="text-align: justify;">•	<strong>According to Jim </strong>volta em seu 7º episódio da oitava temporada. A série de comédia que estreou em 2001 foi aos poucos conquistando a audiência até se tornar a segunda sitcom mais assistida da ABC. É uma comédia familiar, onde sempre tem uma grande incidência de pessoas numa mesma casa por razões variáveis.</p>
<p style="text-align: justify;">•	<strong>Law &amp; Order: Special Victims Unit</strong> estreou em 1999, sendo um spin-off de Law &amp; Order. Atualmente, é a série mais assistida do franchise Law &amp; Order.  Volta agora em seu 11º episódio da décima temporada. A série tem uma audiência bem fiel, se mantendo sempre no top 30 de audiência. Para quem gosta de dramas policiais, é uma boa pedida.</p>
<p style="text-align: justify;">•	<strong>90210</strong> é mais um teen drama (e são muitos teen dramas), sendo a quarta série do franchise Beverly Hills 90210. A premissa da série é o enfoque nos estudantes Annie e Dixon Wilson, que se mudaram do Kansas para Beverly Hills. A série volta em seu 12º episódio da primeira temporada. Para quem gostava da série antiga popularizada com o nome Barrados no Baile aqui no Brasil, a série tem alguma referências e participações especiais dos personagens das antigas.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-17978" title="niptuck1" src="http://www.ambrosia.com.br/wp-content/uploads/2008/12/niptuck1-230x184.jpg" alt="niptuck1-230x184 As novidades das séries em 2009 [Parte 1]" width="230" height="184" /></p>
<p style="text-align: justify;">•	<strong>Nip/Tuck</strong> estréia a sua sexta temporada muita aguardada pelos fãs da série. Presença constante em premiações como o Emmy e Golden Globe,  a série sempre marcou pela polêmica dos assuntos abordados, como homossexualidade, mudança de sexo, pornografia e incesto-necrofilia (ok, isso apareceu só em um episódio, mas eu tinha que citar).</p>
<p style="text-align: justify;">•	<strong>Privileged</strong> tem a seguinte premissa: uma jornalista de 23 anos formada em Yale trabalhava num tablóide, até que um belo dia ela é demitida, conhece uma lenda do mundo da cosmética e é contratada para ser tutora das netas dela. Aí ela ganha um carro, tem um chef que cozinha para ela, e foi morar em Palm Beach. Mas a protagonista tem que fazer suas pupilas serem aceita na faculdade.  Para quem se interessar em ver mais essa série teen, a série retorna em seu 13º episódio da primeira temporada.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-17979" title="scrubs_main" src="http://www.ambrosia.com.br/wp-content/uploads/2008/12/scrubs_main-230x144.jpg" alt="scrubs_main-230x144 As novidades das séries em 2009 [Parte 1]" width="230" height="144" /></p>
<p style="text-align: justify;">•	<strong>Scrubs</strong> é uma comédia/drama (bem mais comédia do que drama) muito premiada, ambientada no hospital escola Sacred Heart estréia sua oitava temporada, apesar dos protestos do criador Bill Lawrence e do protagonista Zach Braff, que diziam que a sétima temporada era a última. Depois de muita conversa, confirmaram mais um ano da série, mas será a última de Zach Braff. De acordo com Bill, essa temporada terá um clima mais parecido com as primeiras temporadas, surgirão personagens novos, e terá a participação de Courteney Cox em três episódios, e sua personagem se chamará Dr. Maddox.</p>
<h3>7 de janeiro (quarta-feira)</h3>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-medium wp-image-17980" style="margin-left: 5px; margin-right: 5px;" title="damages" src="http://www.ambrosia.com.br/wp-content/uploads/2008/12/damages-157x230.jpg" alt="damages-157x230 As novidades das séries em 2009 [Parte 1]" width="157" height="230" />•	<strong>Damages</strong> é um programa sobre Patty Hewes (Glenn Close), que é uma advogada bem-sucedida e sócia majoritária do maior escritório de advocacia de Nova York (Hewes &amp; Associates) e que contrata Ellen Parsons, uma recém formada em direito, só para se aproximar da testemunha do caso principal (caso Frobisher). A série que ganhou três Emmy´s awards e um Golden Globe em sua primeira temporada e volta agora com a estréia de sua segunda temporada. É uma boa escolha de série se você não tiver problemas com programas sobre advogados.</p>
<p style="text-align: justify;">•	<strong>Knight Rider</strong> é a terceira série do franchise (que teve a série original em 1982 [exibida no Brasil com o nome de Supermáquina], dois spin-off, além de três filmes para tv), onde a história se passa 25 anos no futuro da série original, onde Mike Tracer, filho do Knight original, se torna motorista da próxima geração KITT (Knight Industries Three Thousand). A série tem recebido muitas críticas, mas a NBC garantiu a temporada completa. Se você é um fã da série original, pode ser interessante. Se você não for um dos fãs da série original, não será essa série que vai mudar isso.</p>
<h3>8 de janeiro (quinta-feira)</h3>
<p style="text-align: justify;">•	<strong>My Name is Earl</strong> é uma série divertida que trata sobre o karma. Seu protagonista, após ter ganho na loteria foi atropelado e perdeu o bilhete premiado. No hospital, ele vê um programa sobre karma, e decide reparar todas as coisas ruins que ele fez até aquele momento em sua vida.  A série estreou com bastante sucesso e na sua primeira temporada já foi indicada a dois Globos de Ouro, dois Screen Actors Guild Awards, um Directors Guild of America Award e três Writers Guild of America Awards. A série volta com o 14º episódio da quarta temporada.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-17982" title="the-office" src="http://www.ambrosia.com.br/wp-content/uploads/2008/12/the-office-229x171.jpg" alt="the-office-229x171 As novidades das séries em 2009 [Parte 1]" width="229" height="171" /></p>
<p style="text-align: justify;">•	<strong>The Office</strong> é uma adaptação da série da BBC de mesmo nome, que mostra a vida dos empregados de uma franquia da Dunder Mifflin Papper Company. Um dos diferenciais de The Office é que a série simula um documentário sobre os funcionários da empresa, que às vezes param e fazem comentários para câmera, ou tentam se esconder dela para que não veja fazendo algo de errado. A série está repleta de personagens interessantes, e com muitas piadas e pranks de escritório. O ponto fraco da série acaba sendo o personagem Michael Scott (Steve Carell), que é o chefe regional. Muitas cenas com ele são realmente constrangedoras, mas não impede que a série seja assistida. Como curiosidade, vale citar que apesar de todos os episódios terem um script definido, os produtores dão oportunidade dos atores improvisarem. Por exemplo, o beijo entre Michael e Oscar na terceira temporada deixou os atores verdadeiramente surpresos (de acordo com Jenna Fischer, que interpreta a secretária Pam). É uma série bastante divertida e que volta com seu 11º episódio da quinta temporada.</p>
<p style="text-align: justify;">•	<strong>30 Rock</strong> é uma série que eu não sei por que ainda não vi toda. A série é ótima, ri em todos os episódios que eu vi, está sempre sendo indicada e ganhando os mais diversos prêmios e tem um elenco top de linha, que conta com Alec Baldwin, Tina Fey e outros filhos do Saturday Night Live. A série vem melhorando a cada temporada e é garantia de diversão.  Volta em seu 7º episódio da terceira temporada.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-17983" title="er-cast-season_7-8" src="http://www.ambrosia.com.br/wp-content/uploads/2008/12/er-cast-season_7-8-229x187.jpg" alt="er-cast-season_7-8-229x187 As novidades das séries em 2009 [Parte 1]" width="229" height="187" /></p>
<p style="text-align: justify;">•	<strong>ER</strong> ou plantão médico como ficou conhecido aqui no Brasil está em sua décima quinta temporada. Eu assisti até a oitava temporada, e era bastante interessante a relação entre os personagens e a correria de se trabalhar na emergência. Mas a série está sentindo os efeitos de sua longevidade. Desde a décima temporada a audiência vem caindo. A série que já foi a mas assistida na temporada 1995/1996 caiu para a 54ª colocação na temporada 2007/2008. Para quem nunca assistiu, recomendo buscar as primeiras temporadas. Para aqueles que continuam fielmente assistindo, ER volta com o 11º episódio da décima quinta temporada.</p>
<p style="text-align: justify;">•	<strong>Kath &amp; Kim</strong> estreou em 2008 e é uma adaptação do seriado bem popular na Austrália. Tem como plot inicial uma mãe que finalmente tem tempo para si depois que sua filha se casa, e sobre a filha que depois de um tempo termina o casamento e volta para casa da mãe, esperando ser mimada como era antes. No geral, a maioria das críticas são negativas, algumas até falando que a série é o pior remake já feito. Mas a série conseguiu níveis razoáveis de audiência, e teve sua primeira temporada completa confirmada pela NBC (não que isso seja muita coisa, pois há boatos que quem comanda a NBC é um macaco, pois as renovações de séries da emissora não fazem sentido). Para quem tiver curiosidade, a série está voltando em seu 10º episódio da primeira temporada.</p>
<p style="text-align: justify;">Muito em breve a parte dois desta matéria, com as demais séries que estréiam ou voltam em janeiro&#8230;</p>
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		<title>O D&#038;D saiu do armário!</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Dec 2008 19:07:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Autores Convidados</dc:creator>
		
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A quarta edição, assim como toda e qualquer nova edição de um sistema de RPG, continua causando polêmica. Dia desses na lista da Área RPG, o Daniel do rolando20 mandou uma mensagem perguntando a galera se os combates deles na 4E estão demorando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>[Esse artigo foi escrito originalmente por <a href="http://pensotopia.wordpress.com/author/codeshooter/" target="_blank">Maurício Linhares</a> e publicado no excelente <a href="http://pensotopia.wordpress.com/2008/12/17/dd-saiu-do-armario/" target="_blank">Pensotopia</a>]</strong></p>
<div id="attachment_17206" class="wp-caption aligncenter" style="width: 357px"><img class="size-full wp-image-17206" title="tirinha-cortada" src="http://www.ambrosia.com.br/wp-content/uploads/2008/12/tirinha-cortada.png" alt="Warlord Reclamão" width="347" height="122" /><p class="wp-caption-text">Warlord Reclamão</p></div>
<p style="text-align: justify;">A quarta edição, assim como toda e qualquer nova edição de um sistema de RPG, continua causando polêmica. Dia desses na lista da Área RPG, o <a href="http://www.rolando20.com.br/" target="_blank">Daniel do rolando20</a> mandou <a href="http://br.groups.yahoo.com/group/area-rpg/message/20613" target="_blank">uma mensagem</a> perguntando a galera se os combates deles na 4E estão demorando muito ou não. A discussão, obviamente, descambou pra o famoso “meu pinto é maior que o seu” e “antigamente era muito melhor”, mas uma coisa ficou clara, D&amp;D mudou muito, para o bem ou para o mal. Como já disse o <a href="http://doutorcarecalab.blogspot.com" target="_blank">Trevisan</a>, o “D&amp;D saiu do armário”.</p>
<p style="text-align: justify;">A parte principal dessa fuga do closet é a importância visível que o combate assume dentro do jogo. Não que os combates não tivessem sempre sido uma coisa importante no D&amp;D, mas eles nunca foram tão referenciados dentro dos livros básicos e das descrições de classes e raças. O combate assume formalmente dentro dos livros de regras uma importância tão grande quanto a criação de personagens, aventuras e interpretação.</p>
<p style="text-align: justify;">Um exemplo claro disso é a organização das classes disponíveis pelos seus papéis exercidos no combate, “controller”, “defender”, “leader” e “striker”. O livro do jogador lembra que uma boa equipe de aventureiros deveria ter ao menos um personagem de cada um dos papéis. Se você já jogou D&amp;D antes, provavelmente já deve ter percebido esses papéis, mesmo que não com esses nomes e também já deve ter sentido na pele o quanto é complicado chegar num grupo que não tem clérigos ou ladinos, a 4E além de deixar os papéis claros ainda incita os jogadores a montar um grupo balanceado, que não vai ficar no caminho da diversão deles.</p>
<h3>
<div id="attachment_17207" class="wp-caption alignright" style="width: 202px"><img class="size-full wp-image-17207" title="thoon_hulk" src="http://www.ambrosia.com.br/wp-content/uploads/2008/12/thoon_hulk.jpg" alt="O Mind Flayer" width="192" height="254" /><p class="wp-caption-text">O Mind Flayer</p></div>
<p>Miniaturas à vista!</h3>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Outro fator que demonstra a importância do combate dentro do jogo é o uso semi-obrigatório de miniaturas ou marcadores para os envolvidos em um combate. Muitos dos poderes das classes, especialmente dos warlords e ladinos, dependem da posição exata deles e dos aliados e inimigos dentro do ambiente onde a luta acontece.</p>
<p style="text-align: justify;">Ignorar o posicionamento e o movimento dos personagens dentro do combate pode ou invalidar completamente os poderes dessas classes (já que o ladino não vai mais poder “bater e correr”) ou deixar o uso dos poderes deles fácil demais (onde o warlord poderia usar os seus poderes de qualquer lugar, independente dele estar ao lado dos amigos ou a metros de distância da zona de perigo).</p>
<p style="text-align: justify;">O combate, dentro da 4E, poderia ser definido como um wargame dentro do RPG, dado o tamanho da imporância que ele recebe e as mecânicas envolvidas, onde você controla os seu personagem no tabuleiro com o objetivo de vencer os NPCs do mestre. Mas o fato de os combates lembrarem wargames não significa que eles agora existem sem interpretação, muito pelo contrário.</p>
<p style="text-align: justify;">Diversos poderes dos personagens envolvem interação social com os outros envolvidos no ambiente, um exemplo disso é o poder de encontro “Covering Attack” do guerreiro, onde ele desfere uma saraivada de golpes contra um inimigo atraindo sua atenção pra fazer com que um aliado possa se afastar desse inimigo sem sofrer um ataque de oportunidade. Se os jogadores não tem muito interesse por interpretação, o guerreiro apenas diz que usou o poder e o outro jogador avisa que o seu personagem se afastou do inimigo. Se eles valorizam interpretação, o guerreiro vai chegar gritando e lançando a onda de golpes contra o algoz, mandando o seu amigo se afastar que ele vai dar conta do inimigo.</p>
<p style="text-align: justify;">Não é porque o combate parece um wargame que toda a interpretação deixa automaticamente de existir, grupos que interpretavam combates, vão continuar fazendo isso, talvez ainda mais agora que todas as classes tem poderes e ações possíveis mais variadas (já que guerreiros, até pouto tempo atrás, apenas “davam espadada”). Os grupos que não tem interesse por isso, vão continuar fazendo os seus combates apenas rolando dados.</p>
<h3>Mas é lento ou não é?</h3>
<p style="text-align: justify;">No início, enquanto os jogadores estão se acostumando com os poderes dos personagens e montando as táticas do grupo, os rounds de combate vão ser lentos. Todos ainda estão aprendendo como tudo funciona e quais as melhores táticas de combate pra a organização atual de raças/classes que eles tem. Após o período de adaptação os rounds ficam extremamente rápidos. Mas os combates duram sim mais tempo.</p>
<p style="text-align: justify;">Opa, peraê, como é que é rápido e é lento?</p>
<p style="text-align: justify;">Os rounds de combate são muito rápidos, já que os jogadores sabem o que vão fazer e quais poderes escolher, mas os inimigos tem bem mais pontos de vida (e condições de se curar) do que os mesmos inimigos em edições anteriores. Um kobold de ND 1 dificilmente vai morrer com um único ataque de um guerreiro de primeiro nível (assim como o próprio guerreiro é bem mais duro na queda do que era antigamente).</p>
<p style="text-align: justify;">Os combates duram mais tempo mas a sensação de velocidade dos rounds de cada personagem é a que fica na memória dos jogadores. A ação acontece rapidamente, com todos jogando os dados o tempo todo e sem muitas paradas ou jogadas de dados inúteis (como aquele último ataque com um bònus de +1).</p>
<p style="text-align: justify;">Se o seu grupo gosta de estratégia em combate, o novo sistema de combate da 4E deve agradar em cheio junto com os poderes dos personagens. O combate ganhou uma dinâmica que não existia em edições anteriores, especialmente pelo equilíbrio entre as classes, onde todos participam ativamente dele (incluindo classes que não viviam realmente na zona de perigo, como magos). Você dificilmente vai ver personagens assistindo combates de fora, já que cada um tem seu papel a desempenhar.</p>
<h3>Mas antigamente era melhor…</h3>
<p style="text-align: justify;">Por mais que os nossos queridos trolls tentem vender a idéia de que não há mais espaço pra construção de personagens e interpretação na 4E, ela é completamente furada. Quem interpretava, continua interpretando, quem nunca se preocupou em interpretar não deve começar a fazer isso agora.</p>
<p style="text-align: justify;">A 4E é definitivamente um D&amp;D com um feeling diferente da 3.0/3.5, o direcionamento do jogo é diferente. Fica claro que combates são muito importantes e que você vai gastar um bom tempo das aventuras com eles. Se você não está disposto a fazer isso ou o seu grupo não se agradou do estilão “wargame” dos combates da 4E, ela provavelmente não é o jogo ideal pra sua mesa. Você pode se manter na 3.0/3.5 ou migrar pros diversos sistemas relacionados como True20 ou Pathfinder.</p>
<p style="text-align: justify;">O D&amp;D saiu do armário e agora tomou um foco, se vai dar certo ou não, só o tempo e os jogadores vão dizer. Joguem os seus dados de vinte lados!</p>
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		<title>Especial Garfield 30 anos</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Dec 2008 00:09:44 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[[texto escrito pelo nosso colaborador Guido do Dinastia M]
Bom, essa notícia era para ter sido dada na segunda, mas essa seria uma verdadeira afronta a ele, mesmo sendo seu aniversário.

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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><strong>[texto escrito pelo nosso colaborador Guido do <a href="http://www.dinastiam.blogspot.com/">Dinastia M</a>]</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Bom, essa notícia era para ter sido dada na segunda, mas essa seria uma verdadeira afronta a ele, mesmo sendo seu aniversário.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.ambrosia.com.br/wp-content/uploads/2008/12/garfield2.jpg" rel="shadowbox[post-15027];player=img;" target="_blank"><img class="size-full wp-image-15096 aligncenter" title="garfield2" src="http://www.ambrosia.com.br/wp-content/uploads/2008/12/garfield2.jpg" alt="garfield2 Especial Garfield 30 anos" width="500" height="342" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Sim, caros amigos, o gato mais preguiçoso do mundo, aquele que odeia a segunda, mas adora uma boa lasanha, completou no dia primeiro de Dezembro, 30 anos de vida. Abaixo a primeira tira produzida dele:</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.ambrosia.com.br/wp-content/uploads/2008/12/garfield.jpg" rel="shadowbox[post-15027];player=img;" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-15030" title="garfield" src="http://www.ambrosia.com.br/wp-content/uploads/2008/12/garfield.jpg" alt="garfield Especial Garfield 30 anos" width="500" height="149" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Criado por Jim Davis, as tirinhas do Garfield e seus amigos já foram publicados em 63 países e mais de 2.400 jornais, e movimenta mais de U$ 5 bilhões por ano, entre licenças e produtos lançados com seu nome. É um personagem verdadeiramente atemporal. Diverte a adultos e crianças, hoje, do mesmo jeito que fazia no começo de sua vida.</p>
<p style="text-align: justify;">O gato laranja mais adorado de todo o mundo, já teve um desenho animado transmitido aqui no Brasil. Além disso, Garfield já teve sua chance nas telonas de todo o mundo, uma 2004, em 2006 com &#8220;Garfield: O Filme&#8221; e em com &#8220;Garfield II&#8221;, e promete para 2009 o terceiro filme da franquia.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.ambrosia.com.br/wp-content/uploads/2008/12/garfield1.jpg" rel="shadowbox[post-15027];player=img;" target="_blank"><img class="size-full wp-image-15087 aligncenter" title="garfield1" src="http://www.ambrosia.com.br/wp-content/uploads/2008/12/garfield1.jpg" alt="garfield1 Especial Garfield 30 anos" width="363" height="275" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Como já dissem Garfield que, mesmo tendo com seu um jeitão molenga, preguiçoso, muitas vezes rabugento e malvado com o cachorro Odie, é um personagem que conquista a todos. Em 2009 ainda será lançado um livro com uma coletânea que se chamará &#8220;Garfiel: 30 anos de risos e lasanha&#8221;.</p>
<p><a href="http://www.ambrosia.com.br/wp-content/uploads/2008/12/garfieldoddie.jpg" rel="shadowbox[post-15027];player=img;" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-15032" title="garfieldoddie" src="http://www.ambrosia.com.br/wp-content/uploads/2008/12/garfieldoddie.jpg" alt="garfieldoddie Especial Garfield 30 anos" width="320" height="224" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Por tudo isso é que sabemos que vamos poder rir por muito mais tempo, com o Garfield e sua turma, uma idéia genial que rende seguidores no mundo todo, e que nos faz rir com suas comilanças e situações engraçadas, sempre querendo ser o dono da casa.</p>
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		<title>Por trás da capa da Nova Liga da Justiça</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Dec 2008 20:02:30 +0000</pubDate>
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[Daniel Braga é nosso ilustre autor convidado]
O artista argentino Mauro Cascioli foi abordado pela Wizard Magazine para compor uma capa especial para o número que anuncia a nova formação da maior equipe de Super-Heróis da DC. Sob a batuta do roteirista James Robinson (Era de Ouro, Starman e Superman: Nova Krypton), Cascioli será o novo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: right;"><strong>[</strong><strong>Daniel Braga é nosso ilustre autor convidado]</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O artista argentino <strong>Mauro Cascioli</strong> foi abordado pela Wizard Magazine para compor uma capa especial para o número que anuncia a nova formação da maior equipe de Super-Heróis da DC. Sob a batuta do roteirista <strong>James Robinson</strong> (Era de Ouro, Starman e Superman: Nova Krypton), Cascioli será o novo artista desta série vindoura. Aclamado pelo seu trabalho <strong>Os Desafios de Shazam</strong>, o ilustrador recebeu da revista especializada americana a encomenda de uma capa com uma abordagem direta, apresentando os personagens que estarão no título, todos enfileirados.</p>
<div id="attachment_14853" class="wp-caption alignright" style="width: 163px"><a href="http://www.ambrosia.com.br/wp-content/uploads/2008/12/newleaguewizard.jpg" rel="shadowbox[post-14816];player=img;" target="_blank"><img class="size-full wp-image-14853" style="margin-left: 5px; margin-right: 5px;" title="Nova Liga na Wizard." src="http://www.ambrosia.com.br/wp-content/uploads/2008/12/newleaguewizard.jpg" alt="Nova Liga na Wizard." width="153" height="206" /></a><p class="wp-caption-text">Nova Liga na Wizard.</p></div>
<p style="text-align: justify;">Dentre eles, o desenhista se mostrou especialmente interessado por dois: “<strong>Lanterna Verde</strong> é meu personagem favorito desde que era um garoto.” admitiu. “Gosto de seu visual e de sua origem. Também gosto do <strong>Capitão Marvel Junior</strong>&#8230; Quando criança passei algum tempo copiando o trabalho de <strong>Mac Raboy</strong> (famoso artista que desenhava as aventuras do personagem nos anos 40, responsável pelas revistas e principalmente pelas tiras de jornal de Flash Gordon até o final da década de 60 por ocasião de seu falecimento). Não vamos esquecer, Cap. Marvel Jr. era o personagem favorito do Elvis”. Presley copiou o corte de cabelo do personagem e fez dele referencia em diversos programas e shows seus.</p>
<div id="attachment_14852" class="wp-caption alignleft" style="width: 109px"><a href="http://www.ambrosia.com.br/wp-content/uploads/2008/12/insider.jpg" rel="shadowbox[post-14816];player=img;" target="_blank"><img class="size-medium wp-image-14852" title="Rascunhos Nova Liga" src="http://www.ambrosia.com.br/wp-content/uploads/2008/12/insider-110x230.jpg" alt="Rascunhos" width="99" height="208" /></a><p class="wp-caption-text">Rascunhos.</p></div>
<p style="text-align: justify;">No primeiro rascunho da esquerda para direita estavam o <strong>Arqueiro Verde</strong>, <strong>Supergirl</strong>, <strong>Eléktron</strong> no ombro direito do <strong>Lanterna Verde</strong>, <strong>Batwoman</strong>, <strong>Capitão Marvel</strong> e <strong>Congorila</strong>. Sem a aparição de <strong>Starman</strong>, o esquete sugeria todos em uma posição de ação eminente. Expandindo o conceito original da encomenda, o artista espalhou mais o time e mudou alguns de posição, além de optar por um ângulo inferior de visão, fazendo com que apenas o Lanterna parecesse olhar para frente. Starman começava a fila da esquerda, seguido pelo Arqueiro, a mulher morcego, Lanterna, Eléktron agora no ombro esquerdo, a Garota de Aço e Marvel. O Gorilão passou para trás do grupo. A idéia do artista era alargar a perspectiva, contrastando as cores dos uniformes e sugerindo um sentido de detalhismo e profundidade “Gosto de sentir a atmosfera na ilustração, dá mais credibilidade à cena”.</p>
<p style="text-align: justify;">Por fim, Starman passou para trás da cena flutuando no canto superior esquerdo, com seus longos cabelos para cima (dando-lhe um certo “distanciamento alienígena”) e o ângulo de visão foi corrigido para um pouco mais frontal e com que todos os personagens passem a olhar para o leitor. Batwoman olha projetando o queixo para baixo , como se encarasse o leitor e Supergirl olha com o queixo levemente para cima, num limítrofe entre a realeza e a soberba. Hal Jordan quase não mudou nada do tratamento anterior, no primeiro plano da ilustração, agora que ele assume a liderança do grupo, com Eléktron numa posição de foto de zagueiro de futebol americano. Ali ao pé do ouvido de Jordan, Ray Palmer parece bancar a consciência do novo líder quase como um grilo falante da Disney. Porém o que mais impressiona é a intensidade do olhar de Congorilla, você realmente acredita que ele é um daqueles fascinantes símios gigantes dos documentários sobre animais que parecem estar se comunicando algo primitivo que nossa razão não nos deixa mais entender, mas nossa sensibilidade ainda alcança.</p>
<p style="text-align: justify;">Entretanto, a pedido da DC Comics um pequeno detalhe sofreu correção: A cor do uniforme de Freddy Freeman como Capitão Marvel deixou de ser vermelha e passou para o azul dos seus tempos de Júnior, alias o único dos Marvels a usar uma cor diferente (Capitão, Mary, Tio Dudley e os Tenentes eram todos rubros). Cacioli só comentou que tanto ele quanto Robison concordaram com o pedido da editora. Feita a modificação em sua arte final, o desenhista completou a obra em lápis para a colorização sozinho, um processo que lhe deu muito mais liberdade criativa. O argentino acha que utilizar um assistente limitaria o processo natural de sua criação, “Dependendo do caso, utilizo diferentes técnicas para obter resultados diferentes. Penso nas páginas como a representação visual de uma composição musical. O que mais me diverte é ser capaz de dar vida as ilustrações faço em minha mente.”</p>
<div id="attachment_14851" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><a href="http://www.ambrosia.com.br/wp-content/uploads/2008/12/inside.jpg" rel="shadowbox[post-14816];player=img;" target="_blank"><img class="size-full wp-image-14851" title="Ilustração interna Nova Liga." src="http://www.ambrosia.com.br/wp-content/uploads/2008/12/inside.jpg" alt="Ilustração interna." width="400" height="348" /></a><p class="wp-caption-text">Ilustração interna.</p></div>
<p style="text-align: justify;">No interior da revista há também outra ilustração de Mario Cascioli, só que recortada pela editoração. Dessa vez, em vez de pousar, as personagens estão em plena ação: De forma livre e sem comprometimento com o “real”, eles emergem de uma explosão branca, azul-avermelhada sobre a órbita terrestre. No primeiro plano estão à esquerda o Arqueiro e à direita o Lanterna, numa possível referencia das suas opiniões políticas na era de bronze.</p>
<p style="text-align: justify;">As duas versões femininas dos mais famosos heróis da DC seguem logo atrás, em posições com referência claras as encarnações cinematográficas do Cavaleiro das Trevas e do Homem de Aço: Kathy Kane de perfil olhando para baixo segura sua capa como se saltasse entre bandidos de rua e Kara ereta de punhos fechados que Chistropher Reever compôs para voar nos filmes. Ao lado de Kara está Ray Palmer invadindo a editoração do artigo e atrás de todos estão Staman, voando com as mãos abertas, uma delas bem para o alto como se quisesse tocar as estrelas, e Congorilla de bocarra e braços abertos em ataque, expressando toda fúria bestial de sua espécie. Estranhamente, Freeman não aparece na imagem, há um erro na colorização: a pedra dourada incrustada no peito de do Homem Estelar Mikaal Tomas está branca como a camisa em volta.</p>
<p style="text-align: justify;">Por outro lado há uma novidade: vemos alguns vilões em plano americano ou closes recortados no infinito em posições estáticas: Podemos reconhecer na esquerda <strong>Hera Venenosa</strong>, <strong>Bizarro</strong>, <strong>Capitão Frio</strong> e na direita <strong>Grood</strong>, <strong>Sinestro</strong>, <strong>Solomon Grundy</strong>. Há outro, bem magro, que alem de estar atrás da luz e completamente azulado pelo espaço sideral a sua volta, está cortado pela paginação da revista, o que impede de ser reconhecido. Seria uma prévia do ilustrador do que nova formação vai enfrentar? Da forma com que Cascioli está “antenado” com Robison, sim, devem ser esses os desafios que a Liga da Justiça desses dois fãs e artistas tem em 2009.</p>
<p style="text-align: justify;">Daniel Braga</p>
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		<title>Heróis Reunidos: Liga da Justiça - A Era Moderna</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Nov 2008 00:34:07 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[[Daniel Braga é nosso ilustre autor convidado]

Esta é a parte final da série de artigos Heróis Reunidos: Liga da Justiça, caso ainda não tenha lido os artigos anteriores não perca mais tempo:

Heróis Reunidos: Liga da Justiça - A Era de Ouro
Heróis Reunidos: Liga da Justiça - A Era de Prata
Heróis Reunidos: Liga da Justiça - [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><strong>[</strong><strong>Daniel Braga é nosso ilustre autor convidado]</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><a href="http://www.ambrosia.com.br/wp-content/uploads/2008/11/jla_vol_01.jpg" rel="shadowbox[post-14197];player=img;"><img class="alignnone size-full wp-image-14208" title="JLA Volume 1" src="http://www.ambrosia.com.br/wp-content/uploads/2008/11/jla_vol_01.jpg" alt="jla_vol_01 Heróis Reunidos: Liga da Justiça - A Era Moderna" width="500" height="266" /></a></strong></p>
<p style="text-align: left;">Esta é a parte final da série de artigos <strong>Heróis Reunidos: Liga da Justiça</strong>, caso ainda não tenha lido os artigos anteriores não perca mais tempo:</p>
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<h3 id="wa0j189" class="western" style="text-align: justify;">A era moderna 1996-2006? – A novidade dos sete clássicos.</h3>
<div class="mceTemp">
<div id="attachment_14204" class="wp-caption alignright" style="width: 157px"><a href="http://www.ambrosia.com.br/wp-content/uploads/2008/11/jla1.jpg" rel="shadowbox[post-14197];player=img;" target="_blank"><img class="size-full wp-image-14204" title="JLA #1" src="http://www.ambrosia.com.br/wp-content/uploads/2008/11/jla1.jpg" alt="JLA #1 (1996)" width="147" height="226" /></a><p class="wp-caption-text">JLA #1</p></div>
</div>
<p id="wa0j195" class="western" style="text-align: justify;">Então roteiristas como <strong>Grant Morrison</strong> e <strong>Mark Waid</strong> chegaram e disseram “Vamos voltar para ás coisas clássicas de <strong>Gardner Fox</strong>, trazendo alienígenas gigantes e invasões que acabam com o mundo e contar como um melodrama. Waid e Fabian Nicieza criaram uma série limitada em 96 chamada &#8220;Liga da Justiça: Pesadelo de Verão&#8221; com essa idéia e logo a revista escrita por Morrison recomeçou do numero 1 apenas intitulada <strong>JLA</strong> - as inicias em maiúsculos e negrito.</p>
<p class="western" style="text-align: justify;">Lá estavam finalmente reunidos <strong>Superman, Batman, Mulher-Maravilha, Caçador de Marte, Aquaman, o Flash III Wally West,</strong> que evoluíra bastante desde que substituiu seu mentor no Pós-Crise, e o novíssimo <strong>Lanterna Verde Kyle Ryder,</strong> um desenhista com a mente mais abstrata e criativa de todos os seus antecessores, utilizando um anel sem a fraqueza do amarelo mas quase nenhuma experiência como super-herói. Kyle era, literalmente, um Lanterna Verde. Eram versões atualizadas dos sete membros originais e mais famosos do grupo e compunham para Morrison um panteão de deuses alegórico, com diferentes poderes (Gardner) e diferentes personalidades (O`Neil Freedrich Wein e Englehart).</p>
<div id="attachment_14207" class="wp-caption alignleft" style="width: 161px"><a href="http://www.ambrosia.com.br/wp-content/uploads/2008/11/justice_league_elite_1.jpg" rel="shadowbox[post-14197];player=img;"><img class="size-medium wp-image-14207" title="Justice League Elite #1" src="http://www.ambrosia.com.br/wp-content/uploads/2008/11/justice_league_elite_1-151x230.jpg" alt="Justice League Elite #1" width="151" height="230" /></a><p class="wp-caption-text">Justice League Elite #1</p></div>
<p class="western" style="text-align: justify;">Eles se mudaram para a <strong>Torre de Vigilância</strong>, uma base lunar. Foi um sucesso imediato, pois era o retorno ao clássico e ao mesmo tempo era diferente de todas versões anteriores. Os eventos de histórias eram quase sempre bombásticos e fechados nos próprios números, afetando pouco a vida de novos números, mas as mudanças da revistas solo eram incorporadas, como a mudança de visual do Superman elétrico e outros e por fim foram também incorporaram outros personagens como no passado, como <strong>Oráculo</strong> (Bárbara Gordon), <strong>Aço</strong> (Henry Irons), o novo <strong>Arqueiro Verde</strong>, filho bastardo do original, o caótico <strong>Homem-Borracha</strong> e o contemporâneo <strong>Aztek</strong>. Apesar do sucesso, não foram criados novos títulos contínuos, mas sim minisséries fechadas, como <em>Liga da Justiça Elite</em> por ocasião do numero 100 da JLA, entre outras.</p>
<p class="western" style="text-align: justify;">A editora havia aprendido a lidar com o sucesso sem sobrecarregar o mercado. Para muitos cada encarnação do time de alguma forma trouxe algum adendo ao grupo e, nesse nível, todas foram relativamente bem sucedidas e principalmente fieis ao que é a Liga da Justiça. Isso mostra o quanto essa idéia é abrangente. O artista <strong>Howard Potter</strong> que, como Maguire na versão cômica, acertou o tom da época de JLA em seus fantásticos desenhos. O clímax se dá no final dos anos 90 com a saga &#8220;Terceira Guerra Mundial&#8221; que chegava com ao ápice com todos na Terra herdando temporariamente super-poderes para se unirem a Liga para enfrentarem um mal comum. “Olhem para o céu, são seis bilhões de pessoas!” Influenciados por esse sucesso nos HQs e na animação Justice League, de 2004 a 2006 DC novamente começa reformula tudo, a principio de forma mais discreta.</p>
<p class="western" style="text-align: center;"><a href="http://www.ambrosia.com.br/wp-content/uploads/2008/11/justice_league_of_america_v2.jpg" rel="shadowbox[post-14197];player=img;"><img class="alignnone size-full wp-image-14209" title="Liga da Justice da América volume 2" src="http://www.ambrosia.com.br/wp-content/uploads/2008/11/justice_league_of_america_v2.jpg" alt="justice_league_of_america_v2 Heróis Reunidos: Liga da Justiça - A Era Moderna" width="500" height="283" /></a></p>
<h3 id="wa0j200" class="western" style="text-align: justify;">Liga da Justiça da América Vol. 2 (2006 - &#8230;?) Rumo ao futuro.</h3>
<div id="attachment_14205" class="wp-caption alignright" style="width: 161px"><a href="http://www.ambrosia.com.br/wp-content/uploads/2008/11/jla1_turner.jpg" rel="shadowbox[post-14197];player=img;" target="_blank"><img class="size-full wp-image-14205" title="Justice League of America vol II" src="http://www.ambrosia.com.br/wp-content/uploads/2008/11/jla1_turner.jpg" alt="jla1_turner Heróis Reunidos: Liga da Justiça - A Era Moderna" width="151" height="227" /></a><p class="wp-caption-text">JLA Vol.II #1</p></div>
<p id="wa0j206" class="western" style="text-align: justify;">A DC do século XXVI parece tentar recapturar não só a sensação da Era de Prata, mas também várias de suas idéias. Após o evento &#8220;Crise Infinita&#8221; a Justice League of America Vol.II começa do numero 1 sob a batuta de <strong>Brad Meltezer</strong>. Brad pegou todos os conceitos daquela era, das personalidades dos heróis, da dinâmica entre seus personagens, misturando com várias outras idéias de tudo que viera antes. Pegou os grandes e colocou lado a lado de personagens que nunca se esperaria ver. Mais do que isso, ele explorou tanto o lado humano quanto o super-humano para contar histórias sobre a condição de serem super-heróis.</p>
<p class="western" style="text-align: justify;"><strong>Arsenal</strong> (atual Arqueiro vermelho, o ex-parceiro do Arqueiro Verde original que a muito abandonara o nome Ricardito), <strong>Vixen</strong>, uma nova <strong>Mulher-Gavião</strong> e <strong>Canário Negro</strong> (a nova líder do grupo, maturada por seus anos na equipe feminina Aves de Rapina com Oráculo e Caçadora) lado a lado de <strong>Batman</strong>, <strong>Superman</strong> e <strong>Mulher-Maravilha</strong>. A tríade voltara a fazer parte do começo da equipe time original não do seu começo, mas logo depois, como é visto em &#8220;JLA Year&#8221; one de Mark Waid, bem como podemos perceber em várias revistas que abordam o passado do Universo DC, como um especial desenhado por <strong>Alex Ross</strong> sobre o grupo e principalmente na aclamada mini-série &#8220;Crise de Identidade&#8221;.</p>
<div id="attachment_14206" class="wp-caption alignleft" style="width: 153px"><a href="http://www.ambrosia.com.br/wp-content/uploads/2008/11/identity_crisis2.jpg" rel="shadowbox[post-14197];player=img;"><img class="size-medium wp-image-14206" title="Identity Crisis #2" src="http://www.ambrosia.com.br/wp-content/uploads/2008/11/identity_crisis2-151x230.jpg" alt="Identity Crisis #2" width="143" height="217" /></a><p class="wp-caption-text">Identity Crisis #2</p></div>
<p class="western" style="text-align: justify;">Nesta série uma facção interna e secreta da Liga da época do satélite (Gavião Negro, Hal Jordan, Canário Negro, Zatanna, Arqueiro Verde e Barry Allen) se responsabiliza por manter escondida as identidades secretas de todos seus membros, encobrindo suas ações um tanto que questionáveis, remodelando a personalidade psicótica do vilão <strong>Dr. Luz</strong>, que havia acabado de estuprar a esposa do Homem-Elástico e logo depois apagando a memória de Batman que os flagra no ato. São heróis lutam internamente para manter coesa a equipe, não importa como, enquanto que outros como o próprio Superman fazem vista grossa para o fato. O risco de uma identidade de um herói ser revelada num mundo informatizado é imenso, não só para ele e seus entes queridos, mas para toda a equipe.</p>
<p class="western" style="text-align: justify;">É uma nova concepção e alargamento moral do código dos super-heróis. O velho Arqueiro diz a Wally em uma parte “Os Titãs te ensinam a ser uma família, a Sociedade a ser heróis mas a Liga te ensina a lutar”. Esse novo fator, de um time que precisa existir para combater ameaças bombásticas e precisa ao mesmo tempo se proteger (tanto seus membros quanto os parentes, amigos e cônjuges destes) incorpora um novo precedente que irá desencadear toda uma mudança na DC na pregressa &#8220;Crise Infinita&#8221; e agora em &#8220;Crise Final.&#8221; Heróis lutando pelo mundo, mas também pela sua sobrevivência. Esse questionamento moral está claramente presente no ultimo filme de Batman: até aonde um herói tem que ir a nome daqueles que lhe são queridos? Onde está o limite entre o que um herói e um vilão?</p>
<p class="western" style="text-align: justify;">Se essas mudanças serão bem sucedidas só o tempo dirá, mas o fato é que com o caminhar para a <a title="Ambrosia" href="http://www.ambrosia.com.br/2008/05/28/james-robinson-fala-sobre-a-nova-liga-da-justica/" target="_blank">nova formação do grupo</a>, encabeçada pelo gênio criativo <strong>James Robinson</strong> de &#8220;Era de Ouro&#8221; e Starman. Robison não conta mais com a tríade (que pode ser vista no título próprio Trindade), nem os outros membros do panteão de Morrinson, partindo para um retorno de amigos que começaram na Era de prata, mas se solidificaram na Era de Bronze: <strong>Hal Jordan</strong> e <strong>Oliver Queen </strong>ao lado de estreantes no time, ex coadjuvantes de grandes heróis em busca de afirmarem suas identidades como <strong>Supergirl</strong>, <strong>Batwoman</strong>, o novo <strong>Shazam</strong> e o improvável macaco falante <strong>Congorilla</strong>. Herdar o legado da Liga da Justiça para artistas de HQs pode ser algo intimidador. Ao mesmo tempo em que se estabeleceu uma nova mitologia de deuses modernos, ela está sempre em constante evolução.</p>
<p class="western" style="text-align: justify;">Vários autores e editores como <strong>Len Wein, Joe Kelly, Michael Friederich, Marv Wolfman</strong> já deram depoimento do quanto se sentem honrados e o quanto aprenderam sobre o quanto o sentimento de grupo pode ser maior do que o individuo simplesmente ao lerem e escreverem a Liga da Justiça. Os roteiristas e desenhistas das HQs de hoje fazem um trabalho heróico de forma fascinante ao pegarem temas e contos imortalizados, originado no mundo dos mitos e os trazem para o futuro. Seja o grupo da Era de Prata, dos anos do Satélite, seja a Liga de Detroit ou internacional, seja a JLA de Grant Morrinson, o mix de Brad Meltezer, ou o que ainda está por vir de Robinson, seja todas as temporadas dos Superamigos, do desenho Liga da Justiça ou a subseqüente Liga da Justiça Ilimitada, seja suas encarnações recontadas no passado de &#8220;Era de Ouro: Sociedade da Justiça&#8221;, &#8220;O Prego&#8221; ou a &#8220;Nova Fronteira&#8221; ou no futuro de &#8220;Reino do Amanhã&#8221;, &#8220;Cavaleiro das Trevas 2&#8243; ou &#8220;Batman do Futuro&#8221;, ou mesmo, só nos resta torcer para que eles continuem a ser a melhor equipe de super-heróis de todos os tempos e eras e a nos darem incríveis histórias da reunião indivíduos com qualidades, habilidade e personalidades, que sacrificaram tudo, até suas próprias vidas, para sonharmos com um mundo melhor. Ainda bem que James Robison está a altura. Seja bem-vinda então, sobre seu argumento e a arte de <strong>Mauro Casciolli</strong> a nova revista mensal da DC, Justice League.</p>
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		<title>Novidades no Projeto Tagmar 2: Guia de Regras Resumido</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Oct 2008 10:51:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Autores Convidados</dc:creator>
		
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong> [Marcelo Rodrigues, responsável pelo Projeto Tagmar 2, é nosso ilustre autor convidado]</strong></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.ambrosia.com.br/wp-content/uploads/2008/10/ilustracao-da-capa-luiz-berbert.jpg" rel="shadowbox[post-10963];player=img;"><img class="size-full wp-image-10971 aligncenter" title="ilustracao-da-capa-luiz-berbert" src="http://www.ambrosia.com.br/wp-content/uploads/2008/10/ilustracao-da-capa-luiz-berbert.jpg" alt="ilustracao-da-capa-luiz-berbert Novidades no Projeto Tagmar 2: Guia de Regras Resumido" width="345" height="374" /></a></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: justify;">Muitas pessoas após conhecerem e jogarem um RPG acabam com certa resistência em apreender novos sistemas. Boa parte disto é devido aos enormes manuais de regras, que trazem além do sistema de jogo, todas as regras de criação e evolução, e quando não, também descrições de magia, ambientação, equipamento, criaturas e inúmeras outras informações muito úteis, mas que desestimulam e dificultam muito o aprendizado de um novo sistema.</p>
<p style="text-align: justify;">O projeto Tagmar 2 tem por objetivo divulgar a nova versão do Tagmar e tem consciência desta dificuldade, e como é difícil pessoas aprenderem tudo que é necessário com um livro que comumente ultrapassa a 100 páginas. Para uma pessoa que nunca jogou RPG isto se torna extremamente difícil.</p>
<p style="text-align: justify;">Pensando justamente nos jogadores iniciantes em RPG e nos mais experientes (mas que desejam aprender como jogar um novo RPG), o Projeto Tagmar 2 lançou o “Guia de Regras Resumido”, que é composto apenas das regras para se jogar Tagmar de forma sucinta e direta. Este guia é dividido em 6 capítulos:</p>
<p style="text-align: justify;">1 - Introdução<br />
2 - Características Básicas<br />
3 - Habilidades<br />
4 – Combate<br />
5 - Magia<br />
6 - Pertences e Afins</p>
<p style="text-align: justify;">Um fato interessante é que normalmente grande parte dos livros de RPG é dedicada à criação e evolução dos personagens, bem como ao suporte de jogo. O “Guia de Regras Resumido” omite exatamente estes pontos, e é usado em conjunto com o “Livro dos Arquétipos” e com as “Aventuras Prontas”, todos disponíveis gratuitamente no<a href="http://www.tagmar2.com.br"> site</a>. Esta combinação facilita muito os jogadores e mestres, que tem apenas de aprender o que é necessário para se jogar, deixando para depois a tarefa de aprender as demais regras.</p>
<p style="text-align: justify;">Não perca a chance de jogar um bom RPG de forma tão fácil. São apenas 15 páginas, com tudo que é necessário para se jogar.</p>
<p style="text-align: justify;">Visite o <a href="http://www.tagmar2.com.br">site</a> e faça o download gratuito.</p>
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		<title>Entrevistamos Carolina Pontes</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Oct 2008 04:02:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Autores Convidados</dc:creator>
		
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A primeira impressão ao nos depararmos com o trabalho de Carolina Pontes é que estamos diante de um desenhista que ganha a vida produzindo quadrinhos, mas mais impressionante que seu trabalho, é saber que Carolina ainda trava os primeiros passos rumo a carreira profissional.
Aproveitamos o primeiro trabalho de Carolina, algumas páginas de uma antologia de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.ambrosia.com.br/wp-content/uploads/2008/10/tempestade.jpg" rel="shadowbox[post-9877];player=img;"><img class="alignnone size-full wp-image-9902" title="Tempestade" src="http://www.ambrosia.com.br/wp-content/uploads/2008/10/tempestade.jpg" alt="tempestade Entrevistamos Carolina Pontes" width="500" height="405" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">A primeira impressão ao nos depararmos com o trabalho de <strong>Carolina Pontes</strong> é que estamos diante de um desenhista que ganha a vida produzindo quadrinhos, mas mais impressionante que seu trabalho, é saber que Carolina ainda trava os primeiros passos rumo a carreira profissional.</p>
<p style="text-align: justify;">Aproveitamos o primeiro trabalho de Carolina, algumas páginas de uma antologia de terror para a editora <a title="Pit Bros" href="http://www.pitbrosproductions.com/" target="_blank">Pit Bros</a>, para bater um papo sobre o início de carreira de um ilustrador de quadrinhos, um conversa que definitivamente não causa interesse somente nos aspirantes da área.</p>
<div id="attachment_9901" class="wp-caption alignright" style="width: 103px"><a href="http://www.ambrosia.com.br/wp-content/uploads/2008/10/slash.jpg" rel="shadowbox[post-9877];player=img;"><img class="size-medium wp-image-9901" title="Slash" src="http://www.ambrosia.com.br/wp-content/uploads/2008/10/slash-167x230.jpg" alt="Slash" width="93" height="130" /></a><p class="wp-caption-text">Slash</p></div>
<p style="text-align: justify;"><strong>Ambrosia: Quando você decidiu trabalhar com quadrinhos?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Carol: </strong>Aos 16, eu resolvi que era o que eu queria fazer de verdade. Mesmo não sendo nem de longe o melhor dos quadrinhos na minha opinião, foi com Witchblade que meus olhos se abriram para o fato de que quadrinhos não são um estilo, mas uma forma de contar histórias. Não precisam ser exatamente sobre heróis com uniformes coloridos e cuecas por cima da calça.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Ambrosia: Até então você já colecionava quadrinhos?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Carol:</strong> Tudo começou com meu avô que me ensinou muitas coisas boas e lia para mim revistas da Disney antes de dormir. Eu gosto de ler, escrever e desenhar desde criança, então os quadrinhos infantis, da Mônica, Chico Bento, etc, foram meus primeiros. Depois com os desenhos animados da Liga da Justiça e os seriados de TV, passei a me interessar por super-heróis da DC. Mais tarde, virei fã numero 1 de Lobo, principalmente por ser uma sátira, muito mal humorada, aos heróis super poderosos. Conheci personagens da Image, Sara Pezinni e Jack Staccado&#8230; depois o Spawn. E então, numa bienal do livro aqui no Rio, conheci um vendedor que me apresentou os personagens da Vertigo.</p>
<p style="text-align: justify;">A partir daí, Constantine, o Monstro do Pântano e Sandman passaram a ser os meus favoritos. E o trio: Frank Miller, Alan Moore e Neil Gaiman passaram ao nível de &#8220;garantia de boa história&#8221;, para mim. Mesmo assim, ainda gosto muito dos clássicos Superman, Batman, Mulher Maravilha, Aquaman, Lanterna Verde, Flash,  e dos modernos X-Men, e acho que esses heróis são, com seus uniformes coloridos e tudo, um produto da época deles, sabe? Funcionam bem dentro de seu contexto histórico. Fora dele, a coisa muda. As pessoas que detém o direito sobre esses personagens, jamais deveriam permitir as atrocidades já feitas com eles. Os heróis uniformizados, infelizmente viraram palhaçada. Atualmente deve existir mais heróis nos universos Marvel e DC do que gente no mundo. Banalizaram os super-heróis. E ainda criam clones do mesmo herói em escala industrial. Quantos Superman existem? Bom, tem gosto para tudo, mas eu não compro mais revistas mensais. Acredito que existem tantos outros assuntos interessantes e tipos de heróis diferentes para serem explorados, que se os contadores de histórias quisessem, poderiam muito bem atrair novos leitores, com um padrão mais alto. Seria bom para o mercado e para os leitores.</p>
<div id="attachment_9903" class="wp-caption alignleft" style="width: 180px"><a href="http://www.ambrosia.com.br/wp-content/uploads/2008/10/wolverine.jpg" rel="shadowbox[post-9877];player=img;"><img class="size-full wp-image-9903" title="Wolverine" src="http://www.ambrosia.com.br/wp-content/uploads/2008/10/wolverine.jpg" alt="Wolverine" width="170" height="239" /></a><p class="wp-caption-text">Wolverine</p></div>
<p style="text-align: justify;"><strong>Ambrosia: Quanto ao Superman, agora vão existir 100.000 Supermen, já que a DC inventou uma saga chamada Nova Krypton. 100.000 super-homens vão vir morar na terra :/</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Carol: </strong>Hahahahahah&#8230; É disso que eu tô falando, sabe? Olha isso! Nova Krypton! Eu gosto mais do genuíno, do espontâneo. Por isso acho os clássicos legais, mas não me entra na cabeça personagens como Mulher-Hulk! A cópia está eternamente condenada ao segundo lugar. E tem muita história sendo contada com o propósito errado. Uma história deveria ser escrita com um motivo melhor do que simplesmente cumprir tabela para lotar as prateleiras. Isso só prejudica todo mundo que trabalha no meio.</p>
<p style="text-align: justify;">Os desenhistas tem que correr, os roteiristas cospem histórias, o arte finalista está em extinção e os coloristas precisam virar noites sem comer nem dormir pra conseguir entregar trabalhos que muitas vezes são bem questionáveis.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Ambrosia: Você já tinha essa visão quando decidiu trabalhar com quadrinhos?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Carol: </strong>Quando eu era apenas leitora, eu já selecionava o que lia. Uma boa história e bons desenhos e cores sempre foram os motivos pra eu adquirir alguma revista. Mas eu não sabia, por exemplo que os prazos eram sobre-humanos e que por isso saíam tantos desenhos ruins nas bancas. Existem coisas que você só descobre quando realmente se interessa a fundo. E quando passei a me interessar por esse mercado, fiz algumas amizades com gente que está no meio. Então fui descobrindo os detalhes que ninguém vem nos contar enquanto sonhamos romanticamente em ser um desenhista de quadrinhos e dar autógrafos nas convenções.</p>
<div id="attachment_9898" class="wp-caption alignright" style="width: 111px"><a href="http://www.ambrosia.com.br/wp-content/uploads/2008/10/lemmy-kilmister.jpg" rel="shadowbox[post-9877];player=img;"><img class="size-medium wp-image-9898" title="lemmy-kilmister" src="http://www.ambrosia.com.br/wp-content/uploads/2008/10/lemmy-kilmister-152x230.jpg" alt="Lemmy Kilmister" width="101" height="152" /></a><p class="wp-caption-text">Lemmy Kilmister</p></div>
<p style="text-align: justify;"><strong>Ambrosia: Você está começando a trabalhar diretamente com quadrinhos agora?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Carol: </strong>Fiz algumas páginas pra uma antologia de terror da Pit Bross, mas ainda não saíram, terminei uma capa para um projeto independente de um grupo de artistas de Nova York, estou trabalhando em projetos com dois roteiristas amigos e fazendo alguns testes para outros estúdios pequenos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Ambrosia: Você acha que é melhor ir para as editoras pequenas?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Carol: </strong>Não é que eu ache melhor. Por mim eu já teria um contrato vitalício com a Vertigo. Hahahahaha&#8230; Na verdade eu não comecei a procurar de verdade. Estou trabalhando para me sentir melhor preparada na hora de encarar um trabalho maior. Para isso, estou aproveitando as editoras menores para montar um portfólio legal, melhorar meus desenhos e minha disciplina.</p>
<p style="text-align: justify;">Com a Pit Bross aconteceu porque tenho um amigão que escreve roteiros e ele pensou em enviar material para lá, então temos feito algumas coisas juntos com a idéia de enviar para a Pixel, a Avatar Press e esses estúdios que estão a procura de novos artistas. Os testes que estou fazendo estão sendo para editores que entraram em contato comigo pelo Comic Space. Foi algo que começou a aparecer de surpresa. Aí tenho praticado mais e corrido um pouco mais com meu portfólio. Mas ainda preciso aprender coisas importantes como ficar muito tempo desenhando e a desenhar mais rápido para encarar algo maior. Trabalho como designer durante o dia e faço meus desenhos quando chego em casa a noite. Também desenho aos sábados e domingos, quando dá tempo.</p>
<div id="attachment_9900" class="wp-caption alignleft" style="width: 135px"><a href="http://www.ambrosia.com.br/wp-content/uploads/2008/10/rosa.jpg" rel="shadowbox[post-9877];player=img;"><img class="size-medium wp-image-9900" title="Rosa" src="http://www.ambrosia.com.br/wp-content/uploads/2008/10/rosa-170x230.jpg" alt="Rosa" width="125" height="168" /></a><p class="wp-caption-text">Rosa</p></div>
<p style="text-align: justify;"><strong>Ambrosia: Voltando um pouco, como foram os primeiros passos quando você decidiu trabalhar com quadrinhos?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Carol: </strong>Eu já gostava de desenhar, ou seja, já praticava diariamente em casa. E já gostava de contar histórias. Mas, como alguém pode sobreviver sendo desenhista? Era triste não saber a resposta. É triste a pouca valorização que se dá às Artes. As pessoas crescem acreditando que artistas precisam ser sortudos ou ricos, assim não entendem como o mercado funciona, onde encontrar um espaço para músicos, dançarinos, atores, escritores e desenhistas, e desistem sem tentar.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando você realmente quer alguma coisa, você encontra os meios de conseguir e pelo caminho vai fazendo descobertas surpreendentes. Acho que foi assim que cheguei aos quadrinhos. Procurando uma forma de ter os desenhos como profissão. Coisa que eu achava impossível antes de começar a pesquisar, antes de possuir Internet (tive Internet bem depois de todo mundo). Eu nem sabia como seria na faculdade, pensei em fazer Publicidade, mas acabei fazendo Desenho Industrial. Gosto muito de Design, foi a forma que encontrei para me aproximar de Ilustração, adquirir um bom critério e já conseguir um trabalho mais rápido. Em seguida comecei a entrar nos sites dos estúdios grandes e tentar descobrir o que é necessário para enviar material. Eles citam desde o básico: saber desenhar bem todo tipo de coisa, até o mais importante: saber contar uma história visualmente.</p>
<p style="text-align: justify;">Comecei então a prestar atenção nisso ao longo da faculdade, comprei os livros do Will Eisner, minha coleção de revistas e livros é composta pelos grandes clássicos e trabalhos de artistas de quem sou fã, além disso, procuro estar bem informada sobre o que acontece no mercado, aperfeiçoar contínuamente meu desenho de figura humana/anatomia, ler sobre roteiros e cinema, praticar arte sequencial fazendo páginas com histórias minhas e de amigos roteiristas, e com isso acabei conhecendo pessoas que já estão no meio há mais tempo, que se tornaram grandes amigos meus e contribuem muito com suas valiosas dicas. Nesse ponto, sites como Orkut e Comic Space, são verdadeiras bênçãos para mim. Louvada seja a Internet.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Ambrosia: A Internet a cada dia deixa o mundo menor, sites como o Comic Space e o DeviantArt já revelaram grandes talentos. Publicar na  Internet é uma opção?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Carol: </strong>O que seria de mim, uma pobre garota do Terceiro Mundo, se não pudesse publicar online? Portfólios online, são a forma mais barata de conseguir algum trabalho no exterior. Quanto a publicar histórias na rede, não sei. É uma idéia em expansão, e embora eu deva estar publicando algumas histórias em breve, ainda sinto um certo receio. A Internet, como qualquer outra coisa, pode ser uma bênção ou uma maldição, depende de como você usa. E mesmo que seja muito bom para divulgação, é ao mesmo tempo Terra de Ninguém, um território hostil. Mas, não sei muito ainda sobre quadrinhos online, então nem posso opinar. O que sei é que não gosto de ler quadrinhos só na tela, quero ter tudo impresso.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Ambrosia: E como você divulga seu trabalho na web?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Carol: </strong>Tenho um <a title="Carolina Pontes" href="carolinapontes.blogspot.com" target="_blank">blog</a> por enquanto, porque ainda estou fazendo meu site (impressionante como somos exigentes com a gente mesmo, sou meu cliente mais mala) e um perfil no Comic Space, tem poucos desenhos ainda, preciso atualizar tudo.</p>
<div id="attachment_9896" class="wp-caption alignright" style="width: 140px"><a href="http://www.ambrosia.com.br/wp-content/uploads/2008/10/dave.jpg" rel="shadowbox[post-9877];player=img;"><img class="size-medium wp-image-9896" title="Dave" src="http://www.ambrosia.com.br/wp-content/uploads/2008/10/dave-161x230.jpg" alt="Dave" width="130" height="186" /></a><p class="wp-caption-text">Dave</p></div>
<p style="text-align: justify;"><strong>Ambrosia: Os irmãos Bá e Moon acabaram de ganhar o Eisner trazendo para o mercado um estilo único, você acha que isso abre as portas para os brasileiros?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Carol: </strong>Sem dúvidas! Acho que quando alguém vai lá pra fora está levando uma responsabilidade consigo, pois as pessoas são preconceituosas. Se um brasileiro faz bonito, todos dizem &#8220;Ah que legal! Os brasileiros são bons&#8221; E se alguém falha é como se todos nós aqui falhássemos. Temos que aprender a conviver com o preconceito e ter a consciência de que o nosso trabalho pode estar representando o trabalho de um monte de gente. Por isso, fico muito agradecida sempre que descubro um brasileiro se dando bem pelo mundo.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, acima disso, fico muito feliz quando vejo gente nova ou antiga, homem ou mulher, de fora ou de dentro do Brasil fazendo Arte de primeira. Especificamente no caso do Fábio e do Gabriel, fico duplamente agradecida e feliz. Porque eles não simplesmente, desenham e pronto, eles inseriram um estilo diferente. O que considero um grande mérito. Eles não ficam tentando abrasileirar heróis e coisas que funcionam muito bem nos EUA, porque é parte da cultura deles, tem relação direta com um contexto, uma época, ao contrário, o que mais admiro é o fato de imprimirem um estilo diferente do que se espera dos brasileiros, de um modo muito bem sucedido.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Ambrosia: Então você acredita que o caminho seja marcar um estilo próprio no lugar de seguir a maré? Como faziam os brasileiros alguns anos atrás? (Roger Cruz cof cof)</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Carol: </strong>(risos) Acho que você tem que fazer o que está achando mais legal, o que se sente bem e faz melhor. Se é para entrar na indústria dos EUA, desenhando heróis deles, você tem que fazer tão bem quanto eles. Mas se a idéia é criar revistas próprias, aí acho que precisamos em primeiro lugar considerar os quadrinhos como meio e não como estilo. Por que temos que fazer quadrinhos de heróis uniformizados? Por que tem que ser necessáriamente assim? Será que isso funciona aqui? Essa história já não foi contada vezes demais? Não há nada mais criativo para se contar? Eu acho que sim. Além disso algumas das melhores histórias em quadrinhos que já li nem eram de super heróis. Ok, não vou começar a falar de Neil Gaiman, senão nosso papo vai começar a ser sobre ele. Sou fãzona.</p>
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		<pubDate>Tue, 23 Sep 2008 22:40:28 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[[Daniel Braga é nosso ilustre autor convidado]

Esta é a terceira parte da série de artigos &#8220;Heróis Reunidos: Liga da Justiça&#8221;, caso ainda não tenha lido as anterior, não perca mais tempo e confira &#8220;A Era de Ouro&#8221; e &#8220;A Era de Prata&#8221;.
A Era de Bronze (1970-1983) – Os Anos do Satélite
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<p style="text-align: justify;">Esta é a terceira parte da série de artigos <strong>&#8220;Heróis Reunidos: Liga da Justiça&#8221;</strong>, caso ainda não tenha lido as anterior, não perca mais tempo e confira <strong><a title="Ambrosia" href="../2008/09/09/herois-reunidos-liga-da-justica-a-era-de-ouro/" target="_blank">&#8220;A Era de Ouro&#8221;</a></strong> e <a href="http://www.ambrosia.com.br/2008/09/11/herois-reunidos-liga-da-justica-a-era-de-prata/" target="_blank"><strong>&#8220;A Era de Prata&#8221;</strong></a>.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>A Era de Bronze (1970-1983) – Os Anos do Satélite</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">A transformação do final dos <strong>anos 60</strong> e começo dos <strong>70</strong> estava baseada principalmente na consciência social. Ela era promovida muitas vezes nas Revistas em Quadrinhos em tom panfletário, mesmo que não fosse à intenção. O bom dos HQs é que mesmo informativo, acaba sendo sempre subversivo, fora do sistema de mídia. O público alvo é muito interessante, às vezes crianças ao lerem acabam aprendendo coisas de modo muito mais divertido e natural. <strong>Dennis O&#8217;Neil</strong> criava situações fantásticas onde apareciam essas questões sociais da época. Seu esforço era sempre utilizar os personagens, tentando não fazer nenhuma apologia, abordando esses temas. Além disso, a <strong>Era de Bronze</strong> repudiava, mesmo que de forma discreta, a reformulações e o surgimento de milhões ajudantes mirins da Era de Prata.</p>
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<dl id="attachment_7655" class="wp-caption alignright" style="width: 180px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://www.ambrosia.com.br/wp-content/uploads/2008/09/justice_league_of_america_166.jpg" rel="shadowbox[post-7315];player=img;"><img class="size-medium wp-image-7655" title="JLA #166" src="http://www.ambrosia.com.br/wp-content/uploads/2008/09/justice_league_of_america_166-198x300.jpg" alt="JLA #166" width="170" height="258" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">JLA #166</dd>
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<p style="text-align: justify;">Em termos de <strong>Liga da Justiça</strong> (Justice League), ele e muitos outros jovens escritores trouxeram uma marca individual às histórias, assim como <strong>Mike Freedrich</strong>, um dos primeiros fãs a se tornar profissionais da <strong>DC</strong>. Dentro e fora das revistas os jovens dos quadrinhos buscavam emancipação e mais participação igualitária. Os contrastes das gerações marcavam tanto a ficção quanto a própria editora. De um lado estava Freedrich de camisetas estampadas e calças jeans enquanto o editor <strong>Julie Schwartz</strong> usava camisetas brancas sociais e gravatas. Julie queria trazer uma energia nova e para isso teve que lidar com esses “garotos estranhos”. Toda uma geração de novos roteiristas como O&#8217;Neil, Freedrich, <strong>Neal Adams</strong> e <strong>Len Wein</strong> eram mais sensíveis aos acontecimentos contemporâneos da época e também traziam uma grande diferença: um foco maior nas personalidades de cada super-herói.</p>
<p style="text-align: justify;">Sem o <strong>Caçador de Marte</strong> (Martian Munhunter) e a <strong>Mulher-Maravilha</strong> (Wonder Woman), os membros fundadores juntos com o <strong>Arqueiro Verde</strong> (Green Arrow), <strong>Eléktron</strong> (Atom), <strong>Gavião Negro</strong> (Hawkman) receberam outros novos personagens como a carismática <strong>Canário Negro</strong> (Black Canary), o divertido <strong>Homem-Elástico</strong> (Elongated Man), o misterioso <strong>Vingador Fantasma</strong> (Phantom Stranger), o andróide <strong>Tornado Vermelho</strong> (Red Tornado), e finalmente o retorno da famosa Princesa Amazona. Se por algum tempo mantiveram-se em doze membros evitando heróis com poderes iguais, esse conceito foi formalmente extinto quando admitiram a <strong>Mulher-Gavião</strong> (Hawkwoman) em suas fileiras. Nesta época, faziam desafios e piadas sobre isso, com competições entre si, “rachas” entre <strong>Flash</strong> e <strong>Superman</strong>, ou Gavião Negro usando arco e flecha em combate. A mudança da política de “sem poderes duplicados” foi o que possibilitou a entrada mais tarde de <strong>Zatanna</strong> e do <strong>Nuclear</strong> (Firestorm), um jovem e famoso herói, sucesso de vendas na época.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas com certeza quem trouxe mais conflito para a Liga da época do satélite foi <strong>Steve Englehart</strong>, que era, no começo dos anos 70, um roteirista da <strong>Marvel Comics</strong>. Ao chegar a DC ele transformou a Mulher-Maravilha numa feminista super-liberal, mas completamente intolerante e cabeça quente, que chegava a ser quase antipática. Ela irritava todo mundo na Liga da Justiça com sua fúria feminista. Eléktron, o super-herói que encolhia cada vez mais, figurava um enorme complexo de inferioridade. <strong>Aquaman</strong> se portava literalmente como um peixe fora d`água (“vocês terrestres são loucos”), pois não havia muito o que ele podia contribuir à equipe com seus poderes e sua visão de mundo era completamente diferente. O Arqueiro Verde que sempre fora criticado por ser uma cópia misturada de <strong>Robin Hood</strong> com <strong>Batman</strong>, nas mãos de Neal Adams perde sua fortuna e se torna um herói cabeça-quente e de visão política de esquerda (bem parecido com sua “copia” em tema, o Gavião Arqueiro da Marvel) foi incorporado á Liga de Englehart, em contraste do que Adams dizia ser, por exemplo, do temperamento controlado e liberal do <strong>Lanterna Verde</strong> (Green Lantern). O Arqueiro de Adams, O&#8217;Neil e Englehart era a grande polêmica da Era de Bronze, sempre questionando as ações da Liga, atuando como sua consciência política. Além disso, passou a ter um romance com Canário Negro, o que o tornava ainda mais humano e próximo dos leitores. Ao mesmo tempo em que o desenvolvimento do personagem dava oportunidades de histórias magníficas dentro e fora da Liga, elas acabavam por serem pouco “comerciais”, não se mantendo no mercado.</p>
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<dl id="attachment_7654" class="wp-caption alignleft" style="width: 210px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://www.ambrosia.com.br/wp-content/uploads/2008/09/1448_4_085.jpg" rel="shadowbox[post-7315];player=img;"><img class="size-medium wp-image-7654" title="GL &amp; GA #85" src="http://www.ambrosia.com.br/wp-content/uploads/2008/09/1448_4_085-200x300.jpg" alt="1448_4_085-200x300 Heróis Reunidos: Liga da Justiça - A Era de Bronze" width="200" height="300" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">GL &amp; GA #85</dd>
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<p style="text-align: justify;">Mais tarde Arqueiro e Lanterna co-estrelavam uma revista própria, discutindo assuntos da forma mais radical possível, com visões completamente diferentes, trocando suas ideologias entre si, um verdadeiro embate político e profundo questionamento sociocultural, inclusive a famosa e elogiada história que discutia um dos assuntos mais tabus da época: as drogas. Por ter se envolvido em sua cruzada política, o Arqueiro passa a ignorar suas funções como figura paterna de seu parceiro adolescente <strong>Ricardito</strong> (Speedy) e este, desorientado, acaba por se viciar em heroína. Sempre na vanguarda, Dennis O&#8217;Neil , que no começo tanto era contra os parceiros mirins dos membros da Liga, soube como ninguém torná-los capacitados de amadurecerem em seu desenvolvimento como personagens, uma atitude a frente de seu tempo. Esse ponto seria importante para, anos depois, tornar o reencontro do apagado grupo júnior da Liga, os <strong>Jovens Titãs</strong> (Teen Titans) da <strong>Era de Prata</strong> a estrela da DC durante quase toda a metade dos <strong>anos 80</strong> e muitos anos seguintes.</p>
<div class="mceTemp" style="text-align: justify;">
<dl id="attachment_7656" class="wp-caption alignright" style="width: 205px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://www.ambrosia.com.br/wp-content/uploads/2008/09/teen_titans_1.jpg" rel="shadowbox[post-7315];player=img;"><img class="size-medium wp-image-7656" title="Teen Titans 1" src="http://www.ambrosia.com.br/wp-content/uploads/2008/09/teen_titans_1-195x300.jpg" alt="Teen Titans 1" width="195" height="300" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Teen Titans 1</dd>
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<p style="text-align: justify;">Já nos desenhos, o grande artista que trabalhou em quase todos os números era <strong>Dick Dillin</strong>. Ele sabia como ninguém colocar as personagens em ação melodramática, de forma quase expressionista. Após sua morte, foi substituído por <strong>George Pérez</strong> em 82, época que a revista alcançou um enorme numero de vendas. Pérez vinha de dois grandes sucessos: Os <strong>Vingadores</strong> da Marvel no final dos anos 70 e os estreantes <strong>Novos Titãs</strong> em 1980. Em <strong>DC Comics Presents #28</strong> juntamente com o fã de quadrinhos e nerd de plantão <strong>Marv Wolfman</strong>, Pérez dá alavancada na história dessa Liga júnior reformulada: <strong>Ravena</strong> (Raven), uma empata de outra dimensão havia pedido ajuda da Liga para enfrentar seu pai, o demônio extra-dimensional <strong>Trigon</strong>, mas é ignorada por Zatanna e os outros membros. Num ato desesperado, ela junta alguns dos então já quase adultos membros originais dos Titãs: <strong>Robin</strong>, <strong>Moça-Maravilha</strong> (Wonder Girl) e <strong>Kid Flash</strong> com o ex-membro da <strong>Patrulha do Destino</strong> (Doom Patrol), <strong>Garoto-Fera</strong> (Beast Boy, que troca o nome para Mutano - Changeling) e dois novos jovens heróis <strong>Estelar</strong> (Firestar) e <strong>Ciborgue</strong> (Cyborg).</p>
<p style="text-align: justify;">Pérez passou a desenhar as duas revistas em 82, e retoma a segunda origem Liga em forma de <em>flashback</em> da Era de Bronze: os cinco membros originais lutam contra cinco alienígenas, se unem para derrotar um sexto e presenciam a queda do sétimo pelas mãos de Superman e Batman, formando por fim a equipe. A mesma revista ainda mostra o grupo da época do satélite tendo que lidar novamente com os já vacinados seres de <strong>Appellax</strong>, cientes das habilidades dos sete originais, e portanto a equipe se divide novamente de forma mais madura e organizada, juntamente com novos membros como apoio, contando com a arte final de diversos artistas então de todas as três eras dos HQs. Um verdadeiro clássico publicado aqui no Brasil na revista Super Amigos. Mas mesmo a magnífica arte de Pérez não seguraria o que estava por vir. As vendas da Liga começam a cair e em 1984, passam a perder de longe para as revistas da Marvel e para o novo cargo chefe da DC, os próprios Novos Titãs.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Um salto para a animação</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">A Liga da Justiça já tem 40 anos sua versão de desenho animado, seus personagens em histórias solos em desenhos menores, aparece realmente unida pela primeira vez nos anos 70 em um programa chamado <strong>Super Amigos</strong>. Eram versões simplistas dos personagens desenvolvidas para crianças de 3 a 6 anos de idade. Sua formula era bem parecida com a <strong>Gardner Fox</strong>, em que os personagens eram homogeneizados ao extremo, sendo quase sempre todos bastante permutáveis ao roteiro. Eram apenas instrumentos para contar a história. Se você não ouvisse as vozes e apenas lesse os diálogos soltos, muitas vezes seria difícil identificar quem falava. Eram todos estereótipos dos mocinhos e “pessoas legais”. Do tipo que se dá bem junto e no final dos desenhos ficavam em volta de si com suas mãos nos quadris rindo alto. Ao olhar aquele desenho, vemos de cara a diferença para a Liga animada contemporânea, que segue a noção de personalidades bem claras para as personagens e desperdício mínimo de arte. Há uma noção de simplicidade e energia. As histórias são mais elaboradas e as participações de outros heróis servem para desenvolver as personagens-chaves da animação. Quando iniciaram o trabalho, os animadores da Liga da Justiça tinham um mantra “Isso não é Super Amigos, isso não é Super Amigos”, mas quando viram a animação da abertura pela primeira vez com os heróis em pé juntos, pensaram “Ei, parece com os Super Amigos. Maneiro!” E perceberam que, mesmo com todas as limitações, no desenho Super Amigos havia uma boa integração, impregnadas de bons sentimentos e também uma certeza: As pessoas gostam de ver seus heróis de quadrinhos animados, gostam de vê-los ganharem vida.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Os Anos de Detroit (1984-1987)</strong></h3>
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<dl id="attachment_7657" class="wp-caption alignleft" style="width: 194px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://www.ambrosia.com.br/wp-content/uploads/2008/09/justice_league_of_america_244.jpg" rel="shadowbox[post-7315];player=img;"><img class="size-medium wp-image-7657" title="JLA #244" src="http://www.ambrosia.com.br/wp-content/uploads/2008/09/justice_league_of_america_244-197x300.jpg" alt="JLA #244" width="184" height="279" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">JLA #244</dd>
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<p style="text-align: justify;">E então no final dos anos 70, mais uma vez, os super-heróis ficaram grandes demais e logo voltaram a cair, como no final da <strong>Era de Ouro</strong>. Marvel e DC se voltavam para o mercado, fazendo revistas de kung-fu e monstros de terror. No começo dos anos 80, após a queda de vendas da Liga, Pérez e Wolfman seguram seus Titãs com unhas e dentes. Após o enorme sucesso dos Anos do Satélite com os traços de Pérez, quase ninguém fala da subseqüente <strong>Liga da Justiça de Detroit</strong> de <strong>1984</strong>. Nesse período Aquaman desfez a equipe de até então e a recompôs sobre seu comando com o Caçador de Marte ao seu lado em algum depósito em Detroit, Michigan nos EUA. Esse é o mais baixo período da equipe de vendas e popularidade. Flash sai de cena, em crise com as mortes suscitavas de duas noivas pelas mãos de seu arquiinimigo <strong>Dr. Zoom</strong>, o <strong>Flash Reverso</strong>. Canário Negro também sai do time por ter perdido sua mãe e em solidariedade com ela, sai seu namorado Arqueiro Verde. Hal Jordan havia sido expulso da <strong>Tropa dos Lanternas Verdes</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Eram então os menos famosos Aquaman , Caçador, Zatanna, Homem- Elástico e um bando de caras que ninguém conhecia – Novos heróis nitidamente criados para serem representantes de minorias que tanto a Liga da era de Bronze se empenhou para proteger e tão adolescentes quanto os bens sucedidos Novos Titãs: <strong>Cigana</strong> (Gypsy), <strong>Vibro</strong> (Vibe), <strong>Vixen</strong> e <strong>Gládio</strong> (Steel) estavam no lugar da tríade Superman, Batman e Mulher-Maravilha. Era também, de uma certa forma, copiar o que fora feito com os Vingadores no passado, quando o <strong>Capitão América</strong> substituiu os personagens pesos-pesados e legais por personagens medianos.</p>
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<dl id="attachment_7658" class="wp-caption alignright" style="width: 205px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://www.ambrosia.com.br/wp-content/uploads/2008/09/250-1.jpg" rel="shadowbox[post-7315];player=img;"><img class="size-medium wp-image-7658" title="JLA #250" src="http://www.ambrosia.com.br/wp-content/uploads/2008/09/250-1-195x300.jpg" alt="JLA #250" width="195" height="300" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">JLA #250</dd>
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<p style="text-align: justify;">As vendas então caíram drasticamente. Queriam fazer com que a equipe fosse mais de gente comum, algo que parecesse mais acessível ao público. A Liga, que havia ficado durante um bom tempo em órbita em um satélite, foi trazida de volta a Terra, ganhar sua humanidade perdida ao entrar em contato com o homem comum. A idéia era aumentar o contato do grupo com as pessoas do mundo normal e poderia ter sido uma ótima idéia para época, mas as histórias retratavam Vibro, um latino norte-americano, ex-membro de gangues das ruas Detroit, de forma tão estereotipada quanto fora o <strong>Snapper Carr</strong> de Gardner Fox. Vixen, apesar de ser uma mulher negra e possuir uma origem mística bastante interessante já não era nenhuma novidade: <strong>John Stewart</strong>, o Lanterna Verde negro que nesta época estava ativo no lugar de Hal Jordan há tempos, havia sido criado há mais de dez anos, assim como o Arauto dos <strong>Titãs da Costa Leste</strong> e a Marvel possuíam uma galeria muito maior de heróis afro-descendentes, principalmente <strong>Tempestade</strong>. E como se igualar ao sucesso do famoso Ciborgue, o herói negro dos Titãs? O personagem ficou tão popular que entrou para o desenho dos Super Amigos na sua ultima versão ao lado de Nuclear. Eram eles que os fãs queriam ver no grupo, e não os desconhecidos.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de Gládio ter sido criado como uma autocrítica a cultura imperialista e ao exagero patriótico estadunidense, na superfície acaba por parecer uma cópia ruim do Capitão América ou de qualquer herói norte-americano com do mesmo tema. As histórias não conseguem vencer esse bloqueio de clichês, tanto dos leitores quanto dos próprios roteiristas. Logo Aquaman abandonou o time e o Caçador assumiu a liderança, depois os heróis da época do satélite começaram a debandar e o foco das histórias, como já se anunciava, começou a ser, cada vez mais, nos novos personagens. Nem com a eventual volta de Batman no numero 250 a “Liga da Justiça de Detroit” voltou ao seu antigo patamar.</p>
<p style="text-align: justify;">Em <strong>1986</strong> com o evento <strong>Crise das Infinitas Terras</strong>, o primeiro evento a englobar todos os personagens de uma editora, super-heróis de diversos mundos paralelos se reuniram para combater um mal comum, o vilão <strong>Anti-Monitor</strong>, que queria destruir o multiverso. Esse épico acabou por mostrar a DC o quanto a fórmula da Liga de Detroit não havia funcionado: Os fãs não queriam ver apenas personagens medianos em coisa grandes como eram as ameaças no nível da Liga. Logo após a Crise, todos os personagens foram reformulados de uma forma ou de outra, direta ou indireta, e a Liga foi extinta, com a morte de Vibro e Gládio nas mãos de um antigo inimigo do grupo de pesos pesados. Era o prenúncio de uma segunda grande saga chamada <strong>Lendas</strong>, em 87, que reuniriam os grandes heróis do reformulado Universo DC e a revista da Liga foi cancelada. Mas por pouco tempo.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Liga da Justiça Internacional (1987-1996) – Do melodrama para a comédia</strong></h3>
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<dl id="attachment_7659" class="wp-caption alignleft" style="width: 207px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://www.ambrosia.com.br/wp-content/uploads/2008/09/350px-justice_league_1.jpg" rel="shadowbox[post-7315];player=img;"><img class="size-medium wp-image-7659" title="JL #1" src="http://www.ambrosia.com.br/wp-content/uploads/2008/09/350px-justice_league_1-197x300.jpg" alt="JL #1" width="197" height="300" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">JL #1</dd>
</dl>
</div>
<p style="text-align: justify;">Mais uma vez a Liga evolui. Logo após se reunirem em Lendas, vários heróis sentem novamente a necessidade de se juntarem em um grupo para compartilhar suas forças. Então <strong>J.M. DeMatteis</strong>, <strong>Keith Giffen</strong> e <strong>Kevin Maguire</strong> começam a revista de novo do numero 1, com atitude bem mais irônica. Ninguém nunca havia visto nada parecido em HQs antes. Ninguém havia se arriscado tanto, especialmente com um grande produto como a Liga da Justiça, muitos inclusive foram contra de transformar a Liga em comédia, era de fato uma aposta imensa sem garantias de sucesso.</p>
<p style="text-align: justify;">Os heróis se reuniram apenas com o nome Justice League (sem “of America”): Batman, Canário Negro, <strong>Besouro Azul</strong> (Blue Beetle), <strong>Capitão Marvel</strong> (Captain Marvel, Shazam), <strong>Sr. Destino</strong> (Dr. Fate), Caçador de Marte, <strong>Senhor Milagre</strong> (Mister Miracle), <strong>Guy Gardner</strong>, o novo Lanterna Verde Pós-Crise e a nova <strong>Dra. Luz </strong>(Dr. Light, uma cientista japonesa homônima de um vilão com os mesmos poderes luminosos) em cenas hilariantes. Depois receberam ainda o <strong>Gladiador Dourado</strong> (Booster Gold), que teve que provar em combate ser digno do grupo.</p>
<p style="text-align: justify;">E então uma nova reviravolta: um enfoque menos norte-americano e mais globalizado faz a Liga se torna Internacional. Saem Destino e Marvel e entram a brasileira <strong>Flama Verde</strong> e a finlandesa <strong>Dama de Gelo</strong> (que mudam seus nomes para Fogo e Gelo - Fire e Ice) vindas de um grupo de heróis de vários países chamado <strong>Guardiões Globais</strong> que acabara de ser desfeito, mais ainda os novos heróis <strong>Capitão Átomo</strong> (Captain Atom) e o <strong>Soviete Supremo</strong> (Rocket Red). O primeiro Soviete na verdade era um andróide infiltrado da mega-saga dos <strong>Caçadores</strong> da DC, robôs traidores criados originalmente como defensores das galáxias pela mesma raça de alienígenas que depois criaram os anéis dos Lanternas Verdes, os <strong>Guardiões de Oa</strong>. Depois o russo <strong>Dimitri Puskin</strong>, que já havia em números anteriores lutado contra a Liga e agora era um aliado. O grupo passa a ser acessorado pela figura do empresário <strong>Maxwell Lord III</strong>, um aproveitador que aos poucos vai se tornando mais humano e essencial para o time.</p>
<div class="mceTemp" style="text-align: justify;">
<dl id="attachment_7660" class="wp-caption alignright" style="width: 207px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://www.ambrosia.com.br/wp-content/uploads/2008/09/350px-jli_7.jpg" rel="shadowbox[post-7315];player=img;"><img class="size-medium wp-image-7660" title="JLI #7" src="http://www.ambrosia.com.br/wp-content/uploads/2008/09/350px-jli_7-197x300.jpg" alt="JLI #7" width="197" height="300" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">JLI #7</dd>
</dl>
</div>
<p style="text-align: justify;">O sucesso da nova Liga mundial foi imenso e imediato e a coisa toda gerou vários rumos para a equipe nas histórias. Ainda advindos de uma reformulação iniciada no Pós-Crise, em que define novos rumos e personalidades para os seus personagens. Superman se torna mais humano e menos poderoso que sua versão <strong>Era de Prata</strong>, com muito mais responsabilidades para com sua identidade secreta. O artista e roteirista <strong>John Byrne</strong> decide transformar <strong>Krypton</strong> num planeta estéril e excessivamente cientifico, e resolve manter seus pais adotivos, os Kent, vivos